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Além Douro Digital

Informação da Região Norte de Portugal

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António Figueiredo acusado de onze crime e Miguel Macedo vai responder por quatro crimes

 

Pedidos que fez enquanto ministro da Administração Interna valeram a Miguel Macedo uma acusação por três crimes de prevaricação [de titular de cargo político] e um de tráfico de influência no caso dos Vistos Gold

Um ano depois das detenções de 11 pessoas suspeitas de envolvimento numa rede de corrupção montada em torno da atribuição de vistos dourados, Miguel Macedo - que só foi ouvido em Setembro e permaneceu em liberdade a aguardar o desfecho do inquérito - foi acusado de um crime de tráfico de influência e de três crimes de prevaricação [de titular de cargo político]. Em causa estão ordens que terá dado para beneficiar pelo menos quatro pessoas: Jaime Gomes, seu antigo sócio e também arguido no processo, Nélson Pereira e Paulo Lalanda Castro, gerentes da ILS, que precisavam de agilizar o processo de emissão de vistos a cidadãos líbios que queriam efetuar tratamento médico em Portugal, e António Figueiredo, ex-presidente do Instituto dos Registos e Notariado (IRN), seu amigo e vizinho em Coimbra e alegado cabecilha da rede.

Macedo é ainda acusado de ter exercido influências junto de Paulo Núncio, então secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, para que a empresa de Paulo de Lalanda e Castro (ex-patrão de Sócrates) beneficiasse de um perdão fiscal de cerca de 1 milhão de euros. Terá ainda, enquanto ministro que tutelava o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras [SEF], dado ordens a Manuel Jarmela Palos, então director do SEF, para que fosse nomeado um oficial de ligação do SEF em Pequim. Esse oficial teria como missão ajudar Figueiredo e Jaime Gomes num plano de expansão do negócio para a China a que Macedo não seria alheio, segundo a acusação, já que determinadas conversas interceptadas fazem crer que Macedo também teria interesses empresariais no negócio.

Além de Macedo, entre os acusados de nacionalidade portuguesa há nomes como António Figueiredo, Manuel Jarmela Palos, Jaime Gomes, Paulo de Lalanda e Castro e Maria Antónia Anes, ex-secretária-geral do ministério da Justiça.

O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) começou hoje a entregar o despacho de acusação, estando a notificar em mão cada um dos arguidos. Mas ao início da tarde ainda havia arguidos que não tinham sido notificados.

Mais de cinco mil pessoas sem abrigo em Portugal. Há "luxos" para refugiados

Cinco milhares de sem abrigo vivem nas ruas de várias cidades e muitos outros milhares de portugueses vivem de donativos de anónimos, mas os governantes de Portugal preferem uma publicidade exterior de que somos um país abastado e afável. Tal como fez Salazar na 2ª guerra mundial em que enviava comboios de viveres para as tropas de Hitler onde nas carruagens se poderia ler: " Sobras de Portugal".

Tal como nestes tempos em que os cidadãos nacionais passam por graves privações enquanto os nossos governantes usurpam e delapidam o trabalho e direito de cidadania de todos os portugueses.

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 Chegaram este sábado a Portugal cinco famílias da Síria e Sudão. Durante dez meses vão morar em Lisboa, Sintra e Penela. Os 22 refugiados sírios e sudaneses que aguardaram nove meses no Egito pela reinstalação em Portugal, sob mandado do ACNUR. Este sábado chegaram 13 adultos, sete crianças e dois bebés. Uma família síria ficou em Lisboa, a cargo do Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS), outra deslocou-se para Sintra sob orientação do Conselho Português para os Refugiados (CPR) e a três restantes viajaram até Penela, onde serão integradas pela Fundação Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional (FADFP).

Fouad Ahmed, sírio, 44 anos, foi o primeiro a sair da porta das chegadas do Aeroporto da Portela. A liderança fez-se notar ainda durante a viagem. Por ser o único que fala inglês ajudou a mediar conversas e dúvidas. A passagem do grupo pela gare aeroportuária foi rápida e silenciosa. Estava combinado que não haveria conversas com os jornalistas e a captação de imagens estava limitada a planos amplos. Cinco famílias, os homens todos vestidos à ocidental, as mulheres de cabeça coberta – só uma a usar niqab, que lhe deixava apenas os olhos a descoberto -, todas de vestes longas, as sudanesas mais coloridas, as sírias mais discretas. Saltos altos a marcar a importância da ocasião, mas também ténis, mais adequados à viagem longa que os trouxe do Egito, com escala em Munique, na Alemanha. Nove.

No domingo poderão chegar os restantes 22, anunciou o diretor nacional do SEF, António Beça Pereira. No total, o grupo de 44 é composto por casais entre os 24 e os 40 anos com uma média de três filhos menores, a maior parte com menos de doze anos.  As profissões desempenhadas nos países de origem são variadas, desde canalizador, alfaiate, vendedor até contabilista ou técnico de físico-química. A maior das mulheres não trabalhavam. Os refugiados beneficiam do estatuto de refugiado e terão direito a autorização de residência por um período de 5 anos, renovável. Os programas de acolhimento e de integração terão uma duração de dez meses após o que, em caso de insuficiência económica, continuarão a ser apoiados em condições idênticas às dos cidadãos nacionais.

Os sem-abrigo portugueses continuam debaixo do cartão!

Pelo menos 4.420 pessoas viveram em jardins, estações de metro ou camionagem, paragens de autocarro, estacionamentos, passeios, viadutos, pontes e abrigos de emergência. Esse é o número de pessoas acompanhadas no âmbito da Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo.

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Não espelha o fenómeno na sua totalidade. Nela não entram muitos dos que vivem em prédios devolutos, tão pouco os sem-tecto no concelho de Lisboa, onde a Santa Casa da Misericórdia.

Para o presidente da União das Misericórdias Portuguesas, "estes números são significativos, mas pecam por defeito. "Em Lisboa, por exemplo, o número de pessoas a viver na rua duplicou ou triplicou nos últimos dois anos.

Já foram 17, agora são 14 os núcleos investidos da missão de garantir que ninguém está mais de 24 horas na rua a menos que essa seja a sua vontade: Almada, Amadora, Aveiro, Braga, Cascais, Coimbra, Faro, Figueira da Foz, Lisboa, Oeiras, Porto, Seixal, Setúbal e Vila Nova de Gaia.

O presidente da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), defende que é necessário distinguir dois grandes grupos de sem-abrigo e adoptar medidas diferenciadas: os que, devido a problemas de alcoolismo, toxicodependência ou patologias mentais, caíram na rua e habituaram-se a viver desse modo, e os que foram conduzidos à rua na sequência de situações graves de desemprego que os levaram a perder a habitação. "Se o primeiro grupo constitui uma população mais ou menos permanente, o segundo não está preparado para viver na rua e tem vergonha de pedir ajuda". 

São estes últimos que lhe causam mais preocupação, incentivando-os a procurarem ajuda nas instituições e na Segurança Social. "Temos sido contactados pela própria Segurança Social para encontrar uma solução transitória para estas pessoas, o que nem sempre tem sido fácil", reconhece o presidente da Cruz Vermelha, que teme que o desespero desta famílias leve alguns dos seus membros a praticar actos radicaism tais como o suicidio. 

"Super Espião" traido pela Maçonaria e Opusdei

Duas "ceitas" instaladas na sociedade portuguesa, com origem no seio politico Ocidental, são quem controla a justiça em Portugal e influencia condenações e "fabrico" de Leis nas legislaturas partidárias ou politicas.

Várias personalidades da sociedade portuguesa têm sido "crucificadas" depois de deixarem de satisfazer os prazeres dos seus pares, tal como aconteceu a Carlos Cruz, Isaltino Morais, etc.. Mais recentemente a vítima foi o conhecido "super espião, Jorge Silva Carvalho, o qual está a ser julgado por crimes de Estado e outros de âmbito particular. Aparentemente apenas porque deixou de favorecer os seus comparsas que o promoveram e passou a ser um verdadeiro e isento agente "secreto". Tudo porque duas ceitas que controlam a politica e a justiça Ocidental, inclusive em Portugal têm um peso social desmesurável: Opus dei e Maçonaria.

Maçonaria.jpgJosé Manuel Anes, “padrinho” maçónico no seio da organização, acusa o ex-chefe dos Serviços de Informações Estratégicas de Defesa de ter desenvolvido a loja Mozart em função desse objectivo, convidando pessoas ligadas a vários sectores do poder político e económico e da segurança.

“Ele tomou conta da loja Mozart”, uma célula já antiga da Grande Loja Regular, mas que se encontrava adormecida. Tinha “as colunas abatidas”, como se diz na linguagem maçónica. Silva Carvalho “levantou as colunas” da loja Mozart, para, segundo Anes, a colocar ao serviço do seu projecto.

Convidou as pessoas adequadas e pôs em funcionamento o seu plano “de ambição desmesurada”, sem escrúpulos de “usar instituições do Estado em benefício dos seus interesses pessoais e privados”, acrescentou Anes.

“Mas há outras coisas”, sugerindo que haverá acções ilegais do ex-director do SIED por revelar.

Há cerca de seis anos, foi José Manuel Anes, professor universitário, criminalista e presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), que convidou Jorge Silva Carvalho para a Maçonaria.

“Ele pediu para ser convidado”, contou Anes que, na altura, instaurou o processo de inquérito normal para o acesso de novos irmãos.

“Ele era uma pessoa séria, humilde e excelente profissional”, era a impressão que Anes tinha de Carvalho, confirmada pelo inquérito elaborado por dois irmãos designados para o efeito.

José Manuel Anes conhecia o candidato “dos meios da defesa e segurança” e da revista Segurança e Defesa, a que ambos pertenciam.

Segundo a tradição maçónica, o iniciado tem o dever de prestar informações e pedir conselhos ao seu padrinho.Mas, Silva Carvalho cedo deixou de cumprir essa obrigação.

“Pelo contrário”, diz Anes. “Ele maltratou o padrinho, dentro e fora da Maçonaria, e começou a fazer o contrário do que eu lhe dizia”. Deixou de ser lacaio. "Há anos, era já notório que havia uma evolução preocupante na loja Mozart", segundo Anes

Tinha muitos mais elementos do que os normais 20 ou 30 de uma loja maçónica, e fazia rodear as suas reuniões de um inabitual secretismo.

Há um princípio na Maçonaria segundo o qual os elementos de qualquer loja podem assistir às reuniões de outras lojas. Isso não acontecia com a loja Mozart.

O próprio José Manuel Anes tentou fazer-se convidado para essas reuniões, sem êxito.

E ainda menos foi convidado para os jantares e encontros que se realizavam em restaurantes e hotéis depois das reuniões propriamente ditas.

É nesses encontros mais informais, chamados Ágape, que se discutem assuntos mais prosaicos, relacionados com a política e a economia concretas e actuais.

Desconfiado dos verdadeiros propósitos desses encontros, José Manuel Anes alertou para isso as autoridades maçónicas, nomeadamente o grão-mestre.

Mas nada foi feito.

“O assunto foi muito falado, mas não passou disso. Eu não avancei com uma queixa porque tive medo que isso fosse visto como um problema pessoal.” Revelou Anes

Mas há também a justiça maçónica.

“Um caso como este deveria ter sido investigado no seio da organização e, mediante os resultados, conduzir eventualmente a uma suspensão ou expulsão. Sinto-me responsável por ele, mas elevampirizou o projecto”, queixa-se José ManuelAnes.

Jorge-Silva-Carvalho-271x3001.jpgJorge da Silva Carvalho contrapõe; “Há pessoas na Maçonaria e na Opusdei, que conheço bem, sei que são honestas. Mas, a maior parte deles aproveitam o trampolim da "ceita" para acederem a carreiras profissionais ou ascenção nas mesmas. Quem descordar será feito refem dos mesmos, assim como os portugueses não têm escolha. A Justiça e a politica são controladas por estas dua fações".

Portugal continua a ser um país seguro, mesmo dando guarida a investidores milionários: ditadores, terroristas e grupo de máfia dos paises de Leste (Rússia) e da América do Norte. Estes são grupos controlados pelo SIED em territorio portugues

Sócrates no sábado em Vila Real a convite de autarcas e dirigentes do PS

O ex-primeiro-ministro José Sócrates discursa no sábado numa sessão pública, no Teatro Municipal de Vila Real, promovida por autarcas e dirigentes socialistas transmontanos, durante a qual se espera que fale sobre o seu futuro político.

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O presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos, disse que cabe a José Sócrates escolher o tema da sua intervenção.

“Esperamos, naturalmente, que nos fale sobre a sua experiência no último ano, do atual momento político, mas também sobre o seu futuro político. José Sócrates é um homem carismático, uma força da natureza e ele próprio já afirmou que mantém intactos todos os seus direitos políticos”, justificou Rui Santos.

O presidente da Câmara de Vila Real referiu também que o convite ao ex-primeiro-ministro partiu “de um conjunto de autarcas e de dirigentes socialistas” da região.

“Vai ser com muito gosto que o recebemos em Vila Real. Enquanto primeiro-ministro entre 2005 e 2011, reconhecemos o excelente trabalho que fez por Trás-os-Montes, quer em investimento material, quer em investimento imaterial”, disse.

A sessão de Vila Real será a segunda de José Sócrates desde que deixou de estar sujeito a prisão domiciliária no âmbito da Operação Marquês.

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José Sócrates foi libertado no dia 16 de outubro, embora fique proibido de se ausentar de Portugal e de contactar com outros arguidos do processo da “Operação Marquês”.

O ex-primeiro-ministro foi detido a 21 de novembro de 2014, no aeroporto de Lisboa, indiciado pelos crimes de fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e corrupção passiva para ato ilícito.

Sócrates esteve preso preventivamente no Estabelecimento Prisional de Évora mais de nove meses, tendo esta medida de coação sido alterada para prisão domiciliária, com vigilância policial, a 04 de setembro.

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