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Além Douro Digital

Informação da Região Norte de Portugal

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Policias dormem como os sem-abrigo

Foi com surpresa e revolta que os cerca de 50 agentes da 16.ª Esquadra da PSP do Porto viram as seis camas que usavam para descansar serem, quinta-feira, retiradas para abate por ordem superior.
Agora, são forçados a dormir no chão, em cima de cartões. Para piorar ainda mais as coisas, os polícias temem que a nova esquadra da Vilarinha também não tenha camarata e camas.
As instalações da esquadra de Aldoar, na Rua do Pinheiro Manso, há muito que estão em mau estado, mas, até quinta-feira, os agentes ainda podiam contar com meia dúzia de camas para descansar no final do turno. Agora, nem isso têm. Sem qualquer conforto, os agentes dormem como podem: em cima de caixas de cartão e dentro de sacos-camas. "Há uma revolta muito grande entre os homens porque sentem que estão a ser injustiçados. As instalações já não tinham as mínimas condições de conforto e ainda lhes fazem isto." Referiu elemento do sindicato de policia.

PSP Porto.jpgSegundo o Comando Metropolitano do Porto, "o espaço em causa não reunia condições para ser utilizado como camarata, pelo que o material que ali se encontrava foi retirado". A mesma fonte acrescenta que "dispõe de lugares vagos na sua camarata localizada nas instalações da Bela Vista", em S. Roque, Campanhã.
Dentro de três a quatro meses, a nova esquadra, na antiga escola da Vilarinha, deve estar pronta. Porém, entre os homens corre o boato de que as instalações não vão ter nem camarata, nem camas. "Se isso for verdade, os homens terão de ir sempre à Bela Vista", queixa-se o sindicato. "Além de se terem de deslocar para longe, as camaratas estão quase sempre cheias porque acolhem contingentes muito elevados".
A mudança para a Vilarinha significa que, finalmente, a 16.ª vai ficar na sua área de jurisdição: Aldoar e Nevogilde. Recorde-se que há algumas dezenas de anos que a esquadra está em Ramalde, uma zona que é servida pela 18.ª, atualmente instalada no Bairro do Viso.

Violência domestica aumentou 60% no distrito de Viseu

Homem sem casa dorme na rua por ordem do juiz.

Sendo do conhecimento de todos aqueles que estão ligado de forma direta ou indireta à problemática da violência domestica que o epicentro de tal "terramoto" se mantêm no sexo feminino, os homens continuam na linha da frente como agressores, na ordem dos 90%. Apenas 10% das queixas foram formalizadas por homens. Só no distrito de Viseu os registos de violência domestica aumentaram 60%, antes mesmo de ter terminado o primeiro semestre de 2016, relativo a igual período de 2015.

Perante os dados registados no Ministério Publico, através de queixas diretas ou por canais da GNR ou PSP, é cada vez mais preocupante as alterações comportamentais da vivencia em casal e mesmo dentro das quatro paredes conjugais. Estarão os conjugues mais agressivos? Ou será que existe alguma falta de imparcialidade por parte das autoridades quanto a esta tipificação criminal? Certo e sabido que todos estes crimes têm vindo a fazer vítimas com mais ou menos gravidade, depois de terem apresentado múltiplas queixas na autoridade policial ou judicial. As medidas de coação aos supostos arguidos apenas têm aumentado a violência física, porque as vítimas não são protegidas convenientemente dos seus agressores. Muitas vezes as vítimas acabam por ser assassinadas depois do agressor ter sido presente em tribunal. Tal como aconteceu no mais mediático caso conhecido como "Palito", ocorrido numa aldeia do concelho de S. João da Pesqueira.

Sendo este crime publicitado pelos próprios órgãos criminais ou associações ligada a interesses na violência conjugal; sendo os que mais tempo de publicidade ocupa nos órgãos de comunicação; sem que quem de direito se preocupe em analisar quem negligencia ou lucra com tal publicidade!

Quando o agressor/a pode matar!

Violencia domestica.jpgNa passada terça-feira, no concelho de S. João da Pesqueira, um homem tentou redimir o desentendimento que vinha a manter há mais de 20 anos com a mulher, mas não tiveram a finalização esperada."Tenho vindo a ser vítima da minha mulher, mas por vergonha nunca apresentei queixa dela. Agora estou abraços com a justiça. Há dias pedi a duas pessoas para falarem com a minha mulher afim de acabarmos com este litigio, mas foi pior. Começou logo a insultar-me e a dizer que o processo ia para a frente. Como não fiquei calado, ela telefonou para a GNR. Já quando estava a explicar os acontecimentos à GNR, ela apareceu com um martelo de bater bifes e disse aos guardas que a quis matar com aquilo. Mesmo eu dizendo que era mentira fui logo detido e, ontem, quarta-feira, fui presente ao juiz no tribunal de Moimenta da Beira", afirmou o homem queixoso da justiça e envergonhado pelas acusações.

O juiz que ouviu o arguido em primeiro interrogatório aplicou-lhe como medidas de coação: não se aproximar da suposta vítima e ficou obrigado a sair da casa que os mesmo coabitam há mais de 30 anos. "Não tenho outro local para dormir ou comer. A minha advogada disse-me para ir à Assistência Social. Vou montar uma barraca no adro da igreja e dormir aí! O que vais ser da minha vida? Perguntou J.M.

Perante uma suposta vítima que está referenciada como agressora psicológica e um suposto agressor a ser investigado por insuficientes de factos, todas as probabilidades devem ser ponderadas: vivendo os cônjuges numa pequena aldeia a qualquer momento se podem encontrar e dai resultar um desfecho fatal. Mas, os responsáveis indiretos ficarão sempre impunes...

 

 

 

 

HOSPITAL DE LAMEGO CLASSIFICADO COM EXCELÊNCIA

Pela terceira vez consecutiva o serviço de cirurgia ambulatório do hospital de Lamego, inserido no grupo do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, foi classificado pelo Sistema Nacional de Avaliações em Saúde como de "EXCELÊNCIA".

Inaugurado em 28 de março de 2013, o novo Hospital de Proximidade de Lamego veio dar cobertura direta a cerca de 100 mil habitantes, distribuídos por 10 concelhos do Douro Sul e cobertura indireta, em termos de cirurgia de ambulatório, a toda a população abrangida pelo Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro E.P. num total de 375 mil habitantes.

Cirurgia de Ambulatório.
Dispondo de 3 salas operatórias, com doze camas de apoio no recobro e seis cadeirões de recuperação.
As valências médico-cirúrgicas de Cirurgia Geral, Anestesia de Oftalmologia, Otorrinolaringologia estando previstas outras especialidades para rentabilidade do serviço de cirurgia ambulatório.

Internamento.
Com de 26 camas de internamento de Medicina Interna e mais quatro num espaço que seria destinado a um ginasiano de reabilitação, conta ainda com visitas domiciliárias:
Estas áreas são de primordial importância ao apoio de tratamento em regime de ambulatório, tendo o Hospital de Dia duas áreas específicas.hospital de Lamego.jpg

O hospital de S. Pedro ficou-se pela classificação básica, sendo uma unidade de saúde distrital esta classificação em nada abona a favor dos serviços prestados nesta unidade hospitalar. Já o hospital de Chaves foi classificado no intermédio.

De acordo com a alínea a) do artigo 14.º dos Estatutos da ERS, aprovados pelo Decreto-Lei 126/2014, de 22 de agosto, incumbe à ERS "Promover um sistema de âmbito nacional de classificação dos estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde quanto à sua qualidade global, de acordo com critérios objetivos e verificáveis, incluindo os índices de satisfação dos utentes."

Empresários privados de helicópteros e PC pressionaram Governo a tirar Força Aérea do combate a fogos

Muitos dos pilotos dos helicópteros de combate a incêndios, assim como os mecânicos, são oficiais e sargentos da Força Aérea Portuguesa que tiram férias afim de prestarem serviços extra a empresas privadas no combate aéreo a incêndios florestais no período BRAVO. Homens e mulheres preparados para situações emergentes e urgentes em qualquer situação de risco para as populações.
Mas, mais uma vez, este ano de 2016, o Ministério da Administração Interna chumbou a concentração na Força Aérea de meios aéreos do Estado para o combate aos fogos e emergência médica, uma medida que tinha sido preparada pelo anterior Executivo (PSD), com o intuito de poupar milhões de euros em apenas três meses - Julho a Setembro.
Helicóptero-EH1011.jpg

Segundo fonte da Força Aérea (FAP) estavam disponível para receber os meios, "mas com reforço dos recursos humanos e materiais, uma vez que as despesas iriam aumentar". A titular do Ministério, Constança Cunha de Sousa, recusou, não obstante a transferência representar uma redução de custos para o ministério e continuar sem se saber quando estará a frota de Kamov toda pronta para operar. Dos cinco hélis pesados apenas voam três, o que já obrigou o MAI, em 2015, a recorrer ao aluguer de aeronaves a privados para suprir a lacuna. Um negocio feito pelos governos a empresas administradas por ex-deputados pagas pelo contribuinte.

Verbas não chegam aos bombeiros.

Todos os anos as associações de bombeiros recebem cerca de €50 por cada elemento que prestas serviço de 24 horas nos bombeiros, no período Alfa e Bravo. Mas, os comandos e direções nem sempre entregam esses honorários aos elementos ativos, alegando que parte da verba fica retida para melhoramentos nos quartéis de bombeiros ou aquisição de material. Embora se saiba que tais aquisições são pagas pelas autarquias e beneméritos. O rasto do dinheiro é perdido. O Ministério da Administração Interna, Ministério Publico e Proteção Civil são conhecedores deste ilícito, mas nenhum, até hoje, teve vontade de repor a legalidade. Os homens e mulheres (verdadeiros bombeiros) sofrem em prol do protagonismo e pragmatismo daqueles que não olham a meios para atingir os seus fins.

Bombeiros1.jpg1.jpg

 

 

 

SALVA POR CORAÇÃO CIGANO

Quando há notícias de indivíduos ou famílias ciganas é maioritariamente para relatar que foram presos; por venda de droga, roupa contrafeita, armas ilegais e muitos outros ilícitos, Só ainda não houve noticias de ciganos que tenham assaltado bancos ou os seus depositantes!
Mas, neste caso é de honrar a humanidade e acto de solidariedade se não mesmo heróico de dois homens de etnia cigana do Distrito de Viseu que salvaram uma mulher de morrer na urgência de um hospital da região transmontana.
A mulher, de 47 anos, operacional da GNR, encontrava-se na sala da urgência do hospital à espera de ser observada pelo medico de serviço quando sentiu que o seu estado de saúde se estava a agravar e deitou-se ao longo de várias cadeiras que se encontravam na sala de espera da urgência hospitalar. Os dois homens de etnia cigana, José Augusto e o filho António Augusto, naturais e residentes em Sarzedo, concelho de Tabuaço, que se encontravam a poucos metros deram o alerta aos médicos e enfermeiros do que se estava a passar. "Oh senhora tenham dó. Aquela mulher esta a morrer ali deitada", contou ao NEI uma fonte que estava no local. Rapidamente uma equipa de técnicos de saúde tomou conta da ocorrência, tendo mesmo de reanimar a doente. Nem sempre estes locais destinados à urgência hospitalar estão com pessoas presentes; caso estes dois homens não estivessem por perto, a mulher poderia acabar por morrer ali mesmo nas "barbas" dos técnicos de saúde que ali estão para salvar vidas. A mulher em causa continua internada e em apertadas observações devido ao seu estado critico de saúde na especialidade de urologia.

Cigano.jpg

 

HOSPITAL DE VILA REAL SEM MEDICAMENTOS.

RESPOSTA À NOTÍCIA " Hospital de Vila Real sem medicamentos" Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, ep
 
Relativamente à notícia publicada ontem com o título " Hospital de Vila Real sem medicamentos" temos a informar que:

. não é de todo verdade a falta de medicamentos no Hospital de Vila Real em qualquer especialidade, não sendo igualmente verdade que os doentes se tenham que deslocar a farmácias externas para compra de medicamentos;
. não existem falta de vagas de internamento em psiquiatria;
. em ginecologia não existe apenas uma médica ginecologista como refere na notícia. Mais se informa que esta especialidade tem observado os doentes dentro dos tempos de resposta definidos para a consulta externa;
. relativamente ao tempo entre a marcação e consultas de anestesia ( e como já é de conhecimento) existem carência de profissionais nesta especialidade. O CA encontra-se a desenvolver todos os esforços para resolução desta situação.

 

NOTA: a informação publicada não nos mereceu quiasquer duvidas da parte dos utentes que denunciaram o         facos, tanto mais que não nos foi dada uma resposta do Centro Hospitalar em tempo util como solicitado. Tendo, depois da publicação, confirmado algumas das denuncias dos utentes.

O hospital de Vila Real está a passar por uma fase critica de orçamento e sublotado de doentes.
O "alemdourodigital" pediu esclarecimentos à Direção do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, ep., mas até ao momento não foi obtida qualquer resposta.

Na especialidade de psiquiatria não existe medicação para tratar os utentes, em muitos dos casos têm de ser familiares dos doentes a ir a uma farmácia no exterior comprar a medicação para ser administrada no interior do hospital, num qualquer espaço. Num qualquer espaço, porque também não existem vagas para internamentos nesta especialidade. Os médicos de psiquiatria vêem-se sem meios e sem auxilio para tratar os doentes que todos os dias procuram aquela unidade hospitalar para tratar a doença, muitas vezes invisível. Ali chegam doentes de toda a região de Trás-os-Montes e Alto-Douro enviados pelas Unidades de Saúde locais, antigos centros de Saúde.

Ginecologia uma centena de dorntes por dia para uma médica

Na especialidade de ginecologia o mesmo se passa, mas com a agravante de apenas haver uma médica para cerca de meia centenas de doentes diarios. Essa médica todos os dias, das 08:00 horas até cerca das 15:00 horas, consegue observar cerca de meia centena de mulheres que ali ocorrem para tratar dos órgãos reprodutivos. E essa "grande" médica ainda tem tempo disponível para assegurar consultas na sua clínica particular na cidade de Vila Real.
Os doentes serão números em uns caso e noutros não, mas o que foi relatado ao  "alemdourodigital" é que muitos deles têm procurado outras unidades de saúde no Porto, Lisboa e Coimbra por verem a sua situação de saúde agravada com o (des) empenho e falta de meios naquela unidade hospitalar.
Os utentes com a nova Lei poderão recorrer a outras unidades de saúde nacionais.
Lamentamos que o GCI do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, ep. não tenha dado esclarecimentos tal como lhe foram solicitados pelo "alemdourodigital".

H Vila real.jpg

 O JN há algum tempo levou ao conhecimento publico: " alerta para colapso do Hospital de Vila Real", mas, não foram tomadas quaisquer medidas que têm vindo a prejudicar a saúde dos utentes.

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