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Além Douro Digital

Informação da Região Norte de Portugal

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Tuberculose afeta mais de uma centena de pessoas na região do Alto Douro.

 Os concelhos de Lamego e S. João da Pesqueira são os de maior risco e onde há o registo do maior número de portadores de tuberculose.

 As autoridades de saúde, desde maio deste ano, que estão a tentar localizar e identificar todas as pessoas portadoras do bacilo deMycobacteriumtuberculosis, na região do Douro.

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  Não sendo todos os portadores do bacilo da tuberculose de risco de contágios, devido ao local onde a bactéria se alojou, todos osinfetados têm de passam por um tratamento de choque nos primeiros quinze a trinta dias de tratamento.

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 Nos Centros de Doenças Pneumónicas de Lamego e Vila Real estão a ser seguidas em consulta de pneumologia mais de uma centena de doentes infectados com tuberculose. Mas, há doente infetados com o bacilo da tuberculose que não fazem parte do quadro de risco de contágio, porque a bactéria se instalou em outro órgão que não os pulmões, mas mesmo assim é necessário os doentes e pessoas próximas tomarem determinadas medida de segurança.

 Os doentes, caso o tratamento corra sem alterações infectocontagiosas, passados quinze a trinta dias de darem inicio ao tratamento podem passar a simples tratamento de manutenção, por um período nunca inferior a seis meses. Os doentes em tratamento de choque, que passa pela toma de cerca de uma dúzia de fármacos todas as manhãs, podem em poucos dias passar a tomar apenas três comprimidos e assim aliviar a intoxicação do fígado e rins, que são os órgãos que mais estão em risco neste e noutros tratamentos medicamentados. havendo mesmo doentes que não aguentam a toxidade do tratamento o que pode mesmo por em risco de vida o doente.

O que mais tem vindo a preocupar os técnicos de saúde que tratam desta doençainfectocontagiosa é as faltas aos tratamentos por parte dos utentes portadores da doença da tuberculose. Além de poderem propagar o bacilo a pessoas saudáveis, estes doentes atrasam a cura por períodos indefinidos. A tuberculose tem cura, mas será necessário cumprir as recomendações médicas e sociais para que não haja mais pessoas contagiadas. 

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 Refira-se que o contágio por negligência ou dolo está regulamentado na legislação portuguesa e é crime.

Segundo as estatísticas em Portugal há um ano havia vinte doentes por cada cem mil (20px=100.000px), um valor meramente residual e de pouca preocupação por parte dos Delegados de Saúde Publica e de outros técnicos ligados às doenças infectocontagiosas. Poderá o “negligenciar” da doença ter tomado contornos que escaparam a todos aqueles que estão atentos a estas doenças? A tuberculose foi isolada pelo médico alemão, Robert Koch, em 1785 e desde essa data que a tuberculose foi praticamente erradicada, mas não dizimada. Quando num meio social haja um individuo infetado este pode propagara o bacilo por toda a sociedade que o rodea.
Durante corrente ano (2016) a região do Douro sofreu um aumento, que em algumas localidades ultrapassa os 400%, relativo aos valores das estatísticas.

 A vila de Cambres, concelho de Lamego com apenas 2.000 habitantes tem um registo de mais de 20 doentes contagiados com tuberculose. Chegando mesmo a haver famílias inteiras portadoras do baciloMycobacteriumCAMBRES - BRASÃO.png. No concelho de S. João Pesqueira mais de uma dezena de pessoas foram aoCDP de Lamego fazer despiste da doença; quatro dos indivíduos deram positivo e estão em tratamento no Centro de Saúde local, onde dois deles todas as manhãs fazem a toma e outros dois são os enfermeiros do mesmo Centro de Saúde que se deslocam ao domicilio a entregar a toma que tem de ser feita presencialmente. Destes, dois ficaram em tratamentoCDP de Lamego e outros dois em Vila Real.

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 Em S. João da Pesqueira vivem cerca de 7.000 habitantes em todo o concelho. Outros dados conhecidos publicamente são da aldeia deValdigem, onde habitam 890 pessoas e conta com apenas um caso de registo de pessoa contagiada com tuberculosa. Outros concelhos estão a ser monitorizados e rastreio com o aparecimento de pessoas portadoras da bactériaMycobacteriumtuberculosis.

 Os doentes contagiados, com a bactéria chamada de Mycobacterium tuberculosis, também conhecida como bacilo de Koch e com o nome comum de tuberculose, estão isento do pagamento das taxas moderadoras, têm direito a tratamento gratuito, transporte diário ou subsidio para se deslocar aos locais de toma diária da medicação. Assim como direito a transporte para consultas nos CDP`s, mas, as autoridades sanitárias não têm vindo a dar conhecimentos aos doentes desse direito, muitas vezes por falta, também, de conhecimento por parte dos enfermeiros e médicos. 

Durante o período de cura e convalescença da doença o doente têm ainda direito a “baixa” médica em que a segurança Social paga o ordenado por inteiro. Ou seja sem qualquer corte como acontece com os períodos de convalescença de outras doenças.

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Dona do gato condenada. Para quando condenar as touradas?

O Tribunal de Vila Flor condenou, a uma pena de multa, a proprietária do animal usado na Queima do Vareiro, também conhecida como Queima do Gato, um ritual realizado na aldeia de Mourão, concelho de Vila Flor, a 24 de junho de 2015, na noite de S. João.

O juiz considerou que a utilização de um animal no ritual "é um ato bárbaro" que merece ser punido, mas considerou que não "justifica a pena de prisão", porque a arguida não tem antecedentes criminais e não se provou que tenha participado em todos os atos do ritual da noite de S. João.
O tribunal deu como provados a maioria dos factos que constam na acusação e por isso condenou Rosa Santos, de 64 anos, a uma pena de 90 dias de multa, à razão diária de cinco euros, o que perfaz um total de 450 euros.
Alexandra Moreira considerou que o processo é "histórico" por ser a primeira vez em Portugal que se discute um caso de maus tratos a animais inserido numa prática de uma coletividade e num ritual. Mas, como defensora dos animais não se quis pernunciar quanto às touradas.

GATO QUEIMADO VIVO EM FESTA POPULAR GERA REVOLTA

A arguida no processo, Rosa Santos, foi a única pessoa que a GNR conseguiu identificar, pois ela mesma se apresentou a vários jornalistas, que se deslocaram a Mourão para fazer a reportagem, depois do caso ter sido denunciado nas redes sociais através de um vídeo, como sendo "a dona do gato farrusco", usado nas festividades.

Vila Flor dona do gato condenada Rosa Santos - Mou

Rosa Santos acabou por ser constituída arguida pela GNR a mando do Ministério Publico. A mulher acabou por ser acusada  e sentou-se no banco dos réus como coautoria material, na forma consumada, de um "crime de maus tratos a animais de companhia, punível com pena de prisão até um ano ou pena de multa até 120 dias, e em caso da morte do animal ou privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção, com pena até dois anos ou multa até 240 dias".

Sofrimento dos touros não é condenável....
Enquanto a justiça tem ao seu dispor leis e mais leis para quem mal-trata animais, o mesmo não vem acontecendo com as touradas onde os bovinos são acossados antes de entrarem na arena e mesmo depois enquanto são transferidos para o matadouro. Isto alguns dos animais. Mesmo que a lei assim o obrigue. alguns dos animais voltam para os prados e outros são mesmo desviados para matadouros clandestinos, com o olhar para o lado das autoridades. Tal como tem vindo a acontecer com as touradas em determinados concelhos do interior, onde as praças moveis servem para que um conhecido tenente-coronel da GNR colabore nessa ilegalidade. Todos sabem, mas falta coragem...
Este ano, Mourão voltou a celebrar o S. João, mas dentro do pote de barro foram colocadas bolas de plástico, uma delas com 50 euros, o que também é ilegal, "destruir um bem do Estado":.

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"Na minha terra chamavam-lhes paneleiros"

Um psiquiatra, natural de uma aldeia do Douro a residir no Porto, não deixou de ficar indignado com a postura do bastonário da ordem dos psicólogos ao vir à comunicação social afirmar que iria ser aberto um processo à filiada Maria José Vilaça por esta ter afirmado que as famílias dos homossexuais sofrem como as daqueles que são toxicodependentes. Por motivos obvios o psiquiatra, já aposentado, mas ainda inscrito na Ordem, não quis ver a sua identidade revelada, mas não deixa de mostrar o seu sentido de revolta. "A Republica Portuguesa está entregue aos pomposos gay `s. No meu tempo essa gente era conhecida como paneleiros". Afirma ainda que o Estado português gasta mais com a chamada "transformancia" desses cidadãos que com os doentes renais (hemodiálise). Não sei nem me interessa qual a orientação sexual do Sr Bastonário, Telomo Marinho Monteiro, mas acho que se deveria preocupara mais com os ilícitos cometidos por alguns psicólogos e deixe a liberdade de pensamento e opinião ao critério de cada um". Palavras ditas...

Psicóloga Maria José Vilaça da Associação de

A Psicóloga Maria José Vilaça da Associação de Psicólogos Católicos está a ser alvo de um processo disciplinar onstaurado pela Ordem dos Psicologos por ter afirmado que, "ter um filho homossexual é como ter um filho toxicodependente”.

Maria José Vilaça, responsável da Associação de Psicólogos Católicos (APC), proferiu a afirmação numa entrevista à revista Família Cristã. A declaração surgiu no âmbito de um artigo sobre a “ideologia de género”, onde a psicóloga nota que “para aceitar o filho não é preciso aceitar a homossexualidade. Eu aceito o meu filho, amo-o, se calhar até mais porque sei que ele vive de uma forma que eu sei que não é natural e que o faz sofrer. É como ter um filho toxicodependente, não vou dizer que é bom“, afirmou Maria José Vilaça à revista.
A psicóloga já veio esclarecer, numa publicação no seu perfil do Facebook, que o que quis dizer é que, “perante um filho que tem um comportamento com o qual os pais não concordam, devem na mesma acolhê-lo e amá-lo”.
“Não é uma comparação sobre a homossexualidade mas sobre a atitude diante dela“, diz ainda a psicóloga.
Mas, a Ordem fala em declarações de “extrema gravidade”-
Contudo, mesmo após este esclarecimento, a Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) anunciou a abertura de um processo disciplinar a Maria José Vilaça, por considerar de "extrema gravidade as declarações proferidas”.
Numa nota divulgada na Internet, a OPP destaca que vai endereçar o caso ao Conselho Jurisdicional para que este avalie se a psicóloga violou ou não os deveres éticos e deontológicos da profissão.

Bastonário da Ordem dos Psicólogos, Telmo Mourin

 

Apontando que recebeu “dezenas de queixas” e sublinhando que a psicóloga falava “a título profissional”, a OPP também sustenta que “não se revê nas afirmações proferidas”.

“As declarações não apresentam qualquer tipo de base científica e contrariam a defesa dos direitos humanos, da evolução e equilíbrio social e dificultam a afirmação dos psicólogos na sociedade”, constata ainda a OPP.
Para quando o Sr Bastonário vir esclarecer se também abriu um processo à psicóloga, com escritório na Régua, que emitiu exames da especialidade a bombeiros sem que estes alguma vez tenham estado presentes com a dita psicóloga! Será que este caso é para esquecer nas calendas do Ministério Publico da Régua, mesmo depois do trabalho que a PJ de Vila Real teve? Os antão, na altura ainda em liberdade de movimentos, agora arguidos no processo dos "visto gold", tinham muita força e será que conseguiram proteger os seus imediatos e pressionaram o MP a arquivar o processo? Poderá o Senhor Bastonário vir a publico informar o andamento deste processo judicial ou mesmo o da Ordem dos Psicologos!? Aguardamos há 4 anos por resultados.

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Suposto homicida aponta culpas para militar da GNR que sobreviveu!

Muito se escreveu e muito se contou "estórias" que nem sempre correspondiam à verdade. Certo é que as pessoas foram assassinadas e feridas com gravidade. Mas, quem foi ainda se áde saber um dia. Se calhar!

O principal suspeito dos crimes, no momento da detenção, nunca assumiu os crimes. E o mais grave é que aponta culpas veladas ao elemento da GNR que sobreviveu aos crimes, na qual o mesmo foi vítima com gravidade.

Se havia duvidas quanto a pessoa que estava  a ajudar Pedro João Dias a sobreviver e mesmo a aconselhar a entregar-se. essa duvidas foram dissipadas, hoje, pela PJ que hoje já fez algumas detenções. Amigos da região do Douro e mesmo amigos desses amigos do suspeito sempre estiveram por perto de Pedro João Dias ajudando sem que se comprometessem perante a justiça. Até mesmo os seus amigos mais a Norte de Portugal, na vila de Montalegre puderam dar o seu contributo na ajuda, ao inventarem um avistamento em Espanha para desviar as atenções das autoridades e assim encaminharem Pedro João Dias de Sabrosa para Arouca, onde ontem, passados 28 dias, depois de 11 de outubro, se entregou com toda a dignidade.

A ser verdade os comentários de Pedro Dias sobre a atuação da GNR, apenas vem confirmar a denuncia do Norte Expresso Informação quando encontramos militares da GNR a disparar perto da localidade de Carro Queimado. Mas, para este incidente um oficial da GNR apenas disse. "quem não era"? Há erros e métodos que não são toleráveis.

Pedro João Dias será presente amanhã, quinta feira, a um juiz que ira decretar as medida de coação.

Detenção de Pedro João Dias

Pedro-Dias-entrega-policia-judiciaria-em-arouca-RTSuspeito homicida de Aguiar da Beira entregou-se esta noite em Arouca.

Ao início da noite de hoje Pedro João Dias entregou-se à PJ. O suspeito já foi levado para as celas da PJ da Guarda, sendo ainda interrogado durante a noite, para amanhã ser presente a juiz em Aguiar da Beira.
Vinte e sete dias depois, Monica Quintela e dois colegas advogada do suspeito, chamaram a RTP e depois a PJ, para entregar o seu cliente. Pedro Dias apareceu cerca das 19:00 horas junto ao edifício da Câmara Municipal de Arouca.
Confessou a fuga à RTP, mas não confessou a autoria dos crimes.
O suspeito falou à RTP e explicou que não conseguia viver o resto da vida como fugitivo, o que o levou a entregar-se às autoridades.
O suspeito garantiu que nunca encontrou condições de segurança para se entregar, até agora, e que foi dormindo em casas abandonadas, onde tomava banho, e comendo o que era possível, principalmente castanhas e nozes.
O suspeito de ter matado duas pessoas - um GNR e um civil -, e de ter sido responsável por mais três tentativas de homicídio, garantiu à RTP que é inocente e que não cometeu nenhum dos crimes do que é acusado. "Eu não os matei".
Pedro Dias ter-se-á sentido perseguido pela GNR e diz que tudo começou com um mal-entendido que despoletou tudo o resto.E que ouviu da boca de elementos da GNR que se o vissem o matavam, por isso pediu a um familiar para se entregar à PJ. "Não sequestrei ninguém, não roubei ninguém e não matai ninguém", O homem acrescentou que este se mostrou "perplexo" com tudo o que aconteceu. O GNR que está vivo poderá esclarecer muita coisa quanto aos acontecimento. Confirmou que estava no local a dormir na sua viatura, quando cerca das 03:00 horas da manhã, quando foi abordado pela GNR.
Pelas 22:00 horas, foi detido pela PJ da Guarda, tendo Pedro Dias mostrado seranidade e consciente do que lhe poderá acontecer, apesar de realçar que lutará por justiça e por provar que não cometeu os crimes. Mostrou ainda muita preocupação pela filha, de quem tinha conseguido a guarda pouco tempo antes dos crimes.
O suspeito salvaguarda que não recebeu qualquer dinheiro dos pais, como chegou a ser noticiado, e que sobreviveu apenas com os 60 euros que tinha no bolso na altura dos crimes do dia 11 deoutubro, em Aguiar da Beira.

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Hospital de Vila Real despista bactérias com “véu de noiva”

Dizer-se que é com um “véu de noiva” que se despistam bactérias nos Cuidados de Infecto-Contagiosos no hospital de Vila Real, é ser sublime, humilde e dignificar o trabalho e esforço de todos aqueles que sabem ser profissionais de saúde nessa unidade hospitalar, assim como aqueles que fazem um esforço descomunal nas velhas e disfuncionais instalações do hospital de Chaves e do bem equipado hospital de Lamego, ambos pertencentes ao Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro. Omitimos o ex-hospital de Peso da Régua, porque aí apareceu uma bactéria Legionella (económica)…hospital-vila-real.jpg

Poderá ser novidade para alguns profissionais de saúde, das três unidades do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, assim como da contemporânea Direção do referido Centro Hospitalar e do seu presidente que é homem do presente com ideologias futuristas, não se quedando pelo conservadorismo. Mas, na Internacional Estação Biológica de Miranda y Zamora há meios mais eficazes de prevenção à contaminação de vírus e bactérias que na Unidade de Infecto-contagiosos, 7º andar, do hospital de Vila Real. Na Internacional Estação Biológica há espaços onde os visitantes só entram depois de desinfetarem o calçado, num tapete com um químico que está permanente a ser substituído para o efeito; numa "terraça" onde existem espécies indígenas, autóctones e algumas exóticas, florestais ou animais. Poder-se-á dizer que o administrador da IEB de Miranda y Zamora, David Salvador se preocupa mais com a preservação de outros seres vivos; e muito bem, que a Direção do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, diretor clinico e seus assistentes com os humanos internados na Unidade de Infeto-contagiosos do hospital de S. Pedro em Vila Real.

Naquele conjunto de enfermarias, no 7º andar, entrada à direita, tudo leva a querer que estamos num local onde temos de obedecer a requisitos para acesso às enfermarias para proteger os doentes que ali se encontram internados e necessitam de cuidados especiais. Pois, desenganem-se. Os procedimentos a tomar são apenas básicos.  Há apenas duas restrições: os visitantes só entram para o corredor depois das enfermeiras autorizarem, e o tempo de visita é de trinta minutos.

João Décio Ferreira médico.jpgSão transmitidas duas observações: desinfetar as mãos e não tocar com as mesma em nada do existente; nem mesmo no doente. Até aqui nada em contrapor. Mas, os sapatos podem estar conspurcados com dejetos de animais, tal com pode acontecer no espaço circundante ao hospital, onde habitualmente se podem pisar dejetos de cão. Aqui está um foco de alto risco de infeção. Para alem das roupas e a não utilização de mascar neste local de alto risco de contágio, são algumas das falhas que detetamos neste local de tratamento de doentes em risco de contágio.

As “carcereiras”!
Tentamos fazer alguns reparos da má utilização daquele espaço de saúde junto das enfermeiras, que na altura da nossa visita estavam de serviço. A recepção foi mais “gélida” que a atitude dos guardas prisionais quando entramos a porta da prisão. E posso dizer que profissionalmente já entrei em prisões de alta-segurança, tal como Vale de Judeus e Paços de Ferreira, entre outras colónias prisionais, onde os “carcereiros” são humildes e explicam os limites a que o regulamento de segurança os obriga.
Essa humildade é o que não existe por parte das técnicas de saúde na Unidade de Infecto-Contagiosos do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro. Algumas enfermeiras, mais jovens, não levantam o semblante, parecendo que estão submissas a algum ato de represália. Quando entram na enfermaria não têm uma palavra de saudação (boa-tarde vs bom-dia) às visitas e um sorriso aos doentes. Aplicam o fármaco no doente sem uma palavra e sem informar do ato médico. O que constitui uma irregularidade de indisciplina e quebra um dos direitos do doente. As enfermeiras mais velhas e mais experientes (tal como as raposas), com arrogância desmedida, que não deveriam ter, dizem saber tudo e não têm que dar satisfações dos meios e métodos utilizados naquele espaço. Demonstrando falta de conhecimentos e formação social, assim como respeito pelas visitas e em especial pelos doentes: alguns desses doentes, para além da doença de contágio, acumulam demência psiquiátrica. O que mais precisam, nestes momentos, é de silêncio e atenção por parte dos profissionais de saúde e todos aqueles que estão à sua volta. 

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Os doentes não podem ser apenas números, têm de ser tratados com humanidade e sem reivindicações laborais. Cada coisa deve ficar no seu sitio.

Sabemos que nem sempre as hormonas estão estabilizadas, por vezes cria-se um turbilhão humano que nos diminui as capacidades pessoais e profissionalmente. Mas, não poderemos deixar que super as necessidades eminentes de debilidade de terceiros. Dizem os veterinários e biólogos animais: “é mais fácil lidar com os animais que com os humanos”.
Assim se degrada a saúde por negligência, ignorância, incompetência e outros interesses, que relatáramos proximamente, depois das visitas aos hospitais de Lamego e Chaves.
Deixamos ao dispor da Inspeção Geral de Saúde a sua contribuição para melhor elucidar os utentes do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro. POR UMA MELHOR SAÚDE.

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GNR apreende armas e munições.

Um indíviduo  foi detido, em Soutelo do Douro, por posse ilegal de armas.

Militares do Posto Territorial da GNR em São João da Pesqueira detiveram na passada quinta-feira, dia 3 de novembro, em Soutelo do Douro, concelho de S. João da Pesqueira, um homem de 39 anos de idade, por posse ilegal de armas e munições, no decorrer de uma busca domiciliária, sendo apreendidas: duas armas de caça, uma arma de defesa pessoal; 361 munições diversos calibres; duas cartucheiras e um aerossol de defesa.

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O detido foi constituído arguido e ficou em liberdade com termo de identidade e residência.

Numa outra aldeia do mesmo concelho mal-feitores fora,"corridos" a tiro.

A noite foi atribulada na localidade do concelho de S. João da Pesqueira quando vários indivíduos tentaram por em causa pessoas e bens. Um dos habitantes locais utilizou mesmo a arma e abriu fogo contra os mal-feitores que se puseram em fuga pela EN 222, em direção à Régua. A GNR de S. João da Pesqueira tomou conta da ocorrência oficialmente no dia seguinte, às primeiras horas da manhã, quando o ofendido se dirigiu ao Posto da autoridade local para apresentar queixa.

Riodades - Mulher detida por posse ilegal de arma

Militares do Núcleo de Investigação Criminal de Moimenta da Beira detiveram, no concelho de São de João da Pesqueira, uma mulher de 53 anos, por posse ilegal de arma.
No âmbito da investigação, por ameaça e coação sobre vizinhos, foi realizada uma busca domiciliária, tendo sido apreendido: Uma pistola 6,35mm; Cinco munições 6,35mm.

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Há um código de "ética" entre criadores equestres!

A Polícia Judicíaria (PJ) suspeita que há agentes da autoridade a colaborar indirectamente na fuga do alegado suspeito de duplo homicídio em Aguiar da Beira. Tudo devido a um código de "ética" existente entre todos os envolvidos na arte equestre. Referem ainda os inspectores da PJ da Directoria do Norte; "há elementos da GNR que negligentemente tem vindo a favorecer a fuga de informação e o seu "modus operandi" tem levado a que pessoas aproximas do suspeito tomem todas as cautelas nos movimentos com finalidade  de ajudar o fugitivo mais procurado de Portugal.

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Um dos caso mais recentes aconteceu numa vila da região do Douro onde os inspetores procuravam elementos de prova sobre a viatura, BMW, que Pedro Dias terá utilizado na fuga para Espanha, onde foi visto num bar perto da fronteira, onde pediu um sande que acabou por não comer ao persentir que tinha sido reconhecido. Quando os inspectores tinham sobre observação o dono da referida viatura, também este dono de vários cavalos, detectaram dois elementos da GNR, um soldado, este dono de um animal treinado para montar, e um sargento no momento em que contactavam o dono da suposta viatura, à revelia de conhecimento da PJ. Depois de uma conversa que não durou uma hora, entre dono da viatura e os dois militares da GNR, a pergunta que se impôs foi: "o senhor conhece o homem que anda em fuga por suspeita de dois homicídios e ter ferido com gravidade outras duas pessoas, chamado Pedro Dias e criador de cavalos"? Como resposta óbvia tiveram: " Quando os vi já sabia ao que vinham. Não conheço". Seguro das palavras referiu que foi alertado pela GNR de que estava a ser vigiado. Foi o que o mesmo contou à PJ sem saber que estava a falar para um inspector que é homem e gosta de apreciar um bom vinho do Douro. 

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Embora seja sabido, mas não provado, há muitas pessoas que por um motivo ou outros estão a ajudar o suspeito em fuga: agentes da autoridade, médicos, veterinários/inveterarias, industrias de vários ramos, até aos hoteleiros do Douro, muitas pessoa estão empenhadas em que não seja detido Pedro João Dias para prestar contas da sua culpa ou inocência à sociedade. O que vai criando alguma "azia" a todos aqueles que desejam que os mais elementares princípios de uma DEMOCRACIA funcionem em pleno para todos os portugueses. Sem culpas...Ou tudo isto é culpa da CS?

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