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Deputado português pede asilo politico para não cumprir prisão.

José Manuel Coelho, deputado da assembleia regional da Madeira, pediu asilo politico ao dono do ilheu da Pontinha para não ter de cumprir uma pena de prisão estabelecida pela justiça de Portugal. O deputado não concorda com a justiça portuguesa, que não lhe atribuiu a imunidade como acontece com os deputados da Assembleia da Republica portuguesa: exemplo o processo Casa Pia, e foi condenado por alegar que Garcia Pereira, membro de um partido de extrema esquerda, pertencia à CIA. Garcia Pereira é preside à Associação Portuguesa dos Direitos dos Cidadãos. Menos neste caso em que está envolvido.

Jose manuel Coelho e dono do ilheu Madeira.jpg

“Venho para aqui, refugio-me aqui, e a polícia da República portuguesa não me pode prender, o mandado de captura aqui não funciona porque isto não é território nacional, isto é um principado independente e reconhecido pelas várias instâncias internacionais e aqui estou a salvo”.

Dono de ilheu.jpg

Já Renato Barros, autoproclamado príncipe do ilhéu da Pontinha, que fica a 70 metros da lha da Madeira, recebeu o deputado de braços abertos e prometeu defendê-lo. “Aqui a polícia portuguesa não entra, só se entrar à força, naturalmente, porque eles sabem que não podem entrar". Único local de Portugal, à semelhança de Olivença, que está em território português, mas mas fora da jurisdição de Portugal.

Fortaleza_do_Ilhéu_do_Funchal,_1883.jpg

O Tribunal da Relação de Lisboa condenou José Manuel Coelho a uma pena de prisão efetiva, com possibilidade de ser cumprida ao fim de semana, num processo interposto pelo advogado António Garcia Pereira.

 
"Agente da CIA" é preside à Associação Portuguesa dos Direitos dos Cidadãos.
 
António Pestana Garcia Pereira, nasceu em Lisboa, a 14 de novembro de 1952. É um advogado, professor universitário e político em portugal.
A sua carreira académica iniciou-se como assistente da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1975, onde se manteve até 1986. Actualmente, preside à Associação Portuguesa dos Direitos dos Cidadãos.

Garcia Pereira.jpg

Garcia Pereira teve uma participação activa no movimento de contestação estudantil à ditadura. Aderiu à Federação dos Estudantes Marxistas-Leninistas, a juventude do MRPP, em 1972, ano em que assistiu ao assassinato de José Ribeiro dos Santos pela PIDE, num anfiteatro do ISEG. Integrou o movimento associativo Ousar Lutar, Ousar Vencer, tendo sido suspenso e alvo de um processo disciplinar na Faculdade de Direito de Lisboa, em dezembro de 1973. Militante do MRPP desde 1974, chegou ao Comité Central desta estrutura em 1982. Encabeçou diversas candidaturas do mesmo partido, para as eleições legislativas, para as autárquicas em Lisboa, e foi candidato a Presidente da República, em 2001 e 2006.

 
Em Novembro de 2013 foi-lhe atribuído o prémio de "Excelência Política" na gala de prémios da Revista "Mais Alentejo". Só mesmo nesta região de Portugal.

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