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Hospital de Vila Real despista bactérias com “véu de noiva”

Dizer-se que é com um “véu de noiva” que se despistam bactérias nos Cuidados de Infecto-Contagiosos no hospital de Vila Real, é ser sublime, humilde e dignificar o trabalho e esforço de todos aqueles que sabem ser profissionais de saúde nessa unidade hospitalar, assim como aqueles que fazem um esforço descomunal nas velhas e disfuncionais instalações do hospital de Chaves e do bem equipado hospital de Lamego, ambos pertencentes ao Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro. Omitimos o ex-hospital de Peso da Régua, porque aí apareceu uma bactéria Legionella (económica)…hospital-vila-real.jpg

Poderá ser novidade para alguns profissionais de saúde, das três unidades do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, assim como da contemporânea Direção do referido Centro Hospitalar e do seu presidente que é homem do presente com ideologias futuristas, não se quedando pelo conservadorismo. Mas, na Internacional Estação Biológica de Miranda y Zamora há meios mais eficazes de prevenção à contaminação de vírus e bactérias que na Unidade de Infecto-contagiosos, 7º andar, do hospital de Vila Real. Na Internacional Estação Biológica há espaços onde os visitantes só entram depois de desinfetarem o calçado, num tapete com um químico que está permanente a ser substituído para o efeito; numa "terraça" onde existem espécies indígenas, autóctones e algumas exóticas, florestais ou animais. Poder-se-á dizer que o administrador da IEB de Miranda y Zamora, David Salvador se preocupa mais com a preservação de outros seres vivos; e muito bem, que a Direção do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, diretor clinico e seus assistentes com os humanos internados na Unidade de Infeto-contagiosos do hospital de S. Pedro em Vila Real.

Naquele conjunto de enfermarias, no 7º andar, entrada à direita, tudo leva a querer que estamos num local onde temos de obedecer a requisitos para acesso às enfermarias para proteger os doentes que ali se encontram internados e necessitam de cuidados especiais. Pois, desenganem-se. Os procedimentos a tomar são apenas básicos.  Há apenas duas restrições: os visitantes só entram para o corredor depois das enfermeiras autorizarem, e o tempo de visita é de trinta minutos.

João Décio Ferreira médico.jpgSão transmitidas duas observações: desinfetar as mãos e não tocar com as mesma em nada do existente; nem mesmo no doente. Até aqui nada em contrapor. Mas, os sapatos podem estar conspurcados com dejetos de animais, tal com pode acontecer no espaço circundante ao hospital, onde habitualmente se podem pisar dejetos de cão. Aqui está um foco de alto risco de infeção. Para alem das roupas e a não utilização de mascar neste local de alto risco de contágio, são algumas das falhas que detetamos neste local de tratamento de doentes em risco de contágio.

As “carcereiras”!
Tentamos fazer alguns reparos da má utilização daquele espaço de saúde junto das enfermeiras, que na altura da nossa visita estavam de serviço. A recepção foi mais “gélida” que a atitude dos guardas prisionais quando entramos a porta da prisão. E posso dizer que profissionalmente já entrei em prisões de alta-segurança, tal como Vale de Judeus e Paços de Ferreira, entre outras colónias prisionais, onde os “carcereiros” são humildes e explicam os limites a que o regulamento de segurança os obriga.
Essa humildade é o que não existe por parte das técnicas de saúde na Unidade de Infecto-Contagiosos do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro. Algumas enfermeiras, mais jovens, não levantam o semblante, parecendo que estão submissas a algum ato de represália. Quando entram na enfermaria não têm uma palavra de saudação (boa-tarde vs bom-dia) às visitas e um sorriso aos doentes. Aplicam o fármaco no doente sem uma palavra e sem informar do ato médico. O que constitui uma irregularidade de indisciplina e quebra um dos direitos do doente. As enfermeiras mais velhas e mais experientes (tal como as raposas), com arrogância desmedida, que não deveriam ter, dizem saber tudo e não têm que dar satisfações dos meios e métodos utilizados naquele espaço. Demonstrando falta de conhecimentos e formação social, assim como respeito pelas visitas e em especial pelos doentes: alguns desses doentes, para além da doença de contágio, acumulam demência psiquiátrica. O que mais precisam, nestes momentos, é de silêncio e atenção por parte dos profissionais de saúde e todos aqueles que estão à sua volta. 

Sala de recobro Lamego.jpg

Os doentes não podem ser apenas números, têm de ser tratados com humanidade e sem reivindicações laborais. Cada coisa deve ficar no seu sitio.

Sabemos que nem sempre as hormonas estão estabilizadas, por vezes cria-se um turbilhão humano que nos diminui as capacidades pessoais e profissionalmente. Mas, não poderemos deixar que super as necessidades eminentes de debilidade de terceiros. Dizem os veterinários e biólogos animais: “é mais fácil lidar com os animais que com os humanos”.
Assim se degrada a saúde por negligência, ignorância, incompetência e outros interesses, que relatáramos proximamente, depois das visitas aos hospitais de Lamego e Chaves.
Deixamos ao dispor da Inspeção Geral de Saúde a sua contribuição para melhor elucidar os utentes do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro. POR UMA MELHOR SAÚDE.

Sr Domingos e curuja.jpgProdutos do agricultor.jpg

 

 

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