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Além Douro Digital

Informação da Região Norte de Portugal

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PJ "esbarra" com ilícitos na investigação para deter Pedro Dias.

Os inspetores da PJ destacados para seguir pistas com a finalidade de tentar chegar ao homem que terá cometido o duplo homicida e ferido gravemente outras duas pessoas em Aguiar da Beira, Pedro João Dias, têm detetado vários ilícitos nas suas buscas e investigações. Plantações de canabis, armas e viaturas em situação ilegal, até a animais em cativeiro sem autorização (CITIS), os inspetores encontram de tudo, nos locais por onde têm andado. Há ilícitos que são passados para a alçada da GNR e outros são comunicados ao Ministério Público para que seja tomada uma atitude legal para cada caso. alguns deles acabam mesmo por ficar a cargo da PJ.

Polícia_Judiciária.jpg

O Caso mais recente aconteceu este sábado, 29 de Outubro, junto ao rio Douro, quando dois inspetores da PJ se encontravam a investigar a pista do automóvel BMW que o suposto homicida Pedro João Dias terá utilizado para se deslocar para alem da fronteira portuguesa, sendo avistado em Espanha num bar onde pediu um (bocadillo) sandes; tendo-se posto em fuga mesmo antes de ter sido servido. Enquanto os inspetores da PJ satisfaziam o prazer da pesca, ato que regularmente fazem em momentos de lazer, um jornalista que casualmente passava pelo local reconheceu os inspetores aos quais se dirigiu a cumprimentar. No curto espaço físico está um empresário do ramo da transformação de resíduos sólidos que a todo o custo tentava retirar o seu barco de recreio do rio Douro na companhia de um amigo, que, ao dar de caras com o jornalista lhe dirigiu a ameaça velada, "será que vai ser hoje que vais ao rio";. Desconhecendo que o dito jornalista se dirigia aos inspetores da PJ, que mais pareciam dois pescadores de ocasião em lazer. Perante tais palavras os inspetores da PJ quiseram saber o porquê do ato e palavras do empresário, tendo questionaram o jornalista sobre a atitude do dito empresário que reside no concelho de Estarreja. Factos já ocorridos em julho de 2013, quando o dito empresário e mais quatro pessoas da sua relação, tinham sequestrado e ameaçado o jornalista durante algum tempo. Crime que foi investigado pela PJ de Vila Real, mas que o Ministério Publico em Moimenta da Beira deu por arquivado por falta de provas concludentes e suficientes. Esclarecidos os inspetores da PJ da Diretoria do Norte, destacados para investigar pistas para chegar ao paradeiro de Pedro João Dias, informaram o profissional de comunicação que iriam dar conhecimento ao MP da atitude e palavras do dito empresário - apenas para memoria futura - "Não podemos fazer mais que isso. Ficando registado pode servir para acusar ou para defesa; tudo dependo do que possa vir a acontecer". Referiu um dos inspetores. Estes alguns casos relatados pelos inspetores da PJ que lhes caiem nas "mãos" por arrasto da perseguição ao homem mais procurado de Portugal

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