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"Super Espião" traido pela Maçonaria e Opusdei

Duas "ceitas" instaladas na sociedade portuguesa, com origem no seio politico Ocidental, são quem controla a justiça em Portugal e influencia condenações e "fabrico" de Leis nas legislaturas partidárias ou politicas.

Várias personalidades da sociedade portuguesa têm sido "crucificadas" depois de deixarem de satisfazer os prazeres dos seus pares, tal como aconteceu a Carlos Cruz, Isaltino Morais, etc.. Mais recentemente a vítima foi o conhecido "super espião, Jorge Silva Carvalho, o qual está a ser julgado por crimes de Estado e outros de âmbito particular. Aparentemente apenas porque deixou de favorecer os seus comparsas que o promoveram e passou a ser um verdadeiro e isento agente "secreto". Tudo porque duas ceitas que controlam a politica e a justiça Ocidental, inclusive em Portugal têm um peso social desmesurável: Opus dei e Maçonaria.

Maçonaria.jpgJosé Manuel Anes, “padrinho” maçónico no seio da organização, acusa o ex-chefe dos Serviços de Informações Estratégicas de Defesa de ter desenvolvido a loja Mozart em função desse objectivo, convidando pessoas ligadas a vários sectores do poder político e económico e da segurança.

“Ele tomou conta da loja Mozart”, uma célula já antiga da Grande Loja Regular, mas que se encontrava adormecida. Tinha “as colunas abatidas”, como se diz na linguagem maçónica. Silva Carvalho “levantou as colunas” da loja Mozart, para, segundo Anes, a colocar ao serviço do seu projecto.

Convidou as pessoas adequadas e pôs em funcionamento o seu plano “de ambição desmesurada”, sem escrúpulos de “usar instituições do Estado em benefício dos seus interesses pessoais e privados”, acrescentou Anes.

“Mas há outras coisas”, sugerindo que haverá acções ilegais do ex-director do SIED por revelar.

Há cerca de seis anos, foi José Manuel Anes, professor universitário, criminalista e presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), que convidou Jorge Silva Carvalho para a Maçonaria.

“Ele pediu para ser convidado”, contou Anes que, na altura, instaurou o processo de inquérito normal para o acesso de novos irmãos.

“Ele era uma pessoa séria, humilde e excelente profissional”, era a impressão que Anes tinha de Carvalho, confirmada pelo inquérito elaborado por dois irmãos designados para o efeito.

José Manuel Anes conhecia o candidato “dos meios da defesa e segurança” e da revista Segurança e Defesa, a que ambos pertenciam.

Segundo a tradição maçónica, o iniciado tem o dever de prestar informações e pedir conselhos ao seu padrinho.Mas, Silva Carvalho cedo deixou de cumprir essa obrigação.

“Pelo contrário”, diz Anes. “Ele maltratou o padrinho, dentro e fora da Maçonaria, e começou a fazer o contrário do que eu lhe dizia”. Deixou de ser lacaio. "Há anos, era já notório que havia uma evolução preocupante na loja Mozart", segundo Anes

Tinha muitos mais elementos do que os normais 20 ou 30 de uma loja maçónica, e fazia rodear as suas reuniões de um inabitual secretismo.

Há um princípio na Maçonaria segundo o qual os elementos de qualquer loja podem assistir às reuniões de outras lojas. Isso não acontecia com a loja Mozart.

O próprio José Manuel Anes tentou fazer-se convidado para essas reuniões, sem êxito.

E ainda menos foi convidado para os jantares e encontros que se realizavam em restaurantes e hotéis depois das reuniões propriamente ditas.

É nesses encontros mais informais, chamados Ágape, que se discutem assuntos mais prosaicos, relacionados com a política e a economia concretas e actuais.

Desconfiado dos verdadeiros propósitos desses encontros, José Manuel Anes alertou para isso as autoridades maçónicas, nomeadamente o grão-mestre.

Mas nada foi feito.

“O assunto foi muito falado, mas não passou disso. Eu não avancei com uma queixa porque tive medo que isso fosse visto como um problema pessoal.” Revelou Anes

Mas há também a justiça maçónica.

“Um caso como este deveria ter sido investigado no seio da organização e, mediante os resultados, conduzir eventualmente a uma suspensão ou expulsão. Sinto-me responsável por ele, mas elevampirizou o projecto”, queixa-se José ManuelAnes.

Jorge-Silva-Carvalho-271x3001.jpgJorge da Silva Carvalho contrapõe; “Há pessoas na Maçonaria e na Opusdei, que conheço bem, sei que são honestas. Mas, a maior parte deles aproveitam o trampolim da "ceita" para acederem a carreiras profissionais ou ascenção nas mesmas. Quem descordar será feito refem dos mesmos, assim como os portugueses não têm escolha. A Justiça e a politica são controladas por estas dua fações".

Portugal continua a ser um país seguro, mesmo dando guarida a investidores milionários: ditadores, terroristas e grupo de máfia dos paises de Leste (Rússia) e da América do Norte. Estes são grupos controlados pelo SIED em territorio portugues

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