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Vila Flor - Empresário assassinado por um milhão de euros

Uma testemunha, natural da região que se dedica ao comercio de gado vivo, contou ao NEI que o empresário, que em tempos se tinha dedicado ao negócio da noite, foi assassinado por uma pessoa próxima, na madrugada do dia 12 de Novembro de 2008, porque o mesmo não quis dividir um milhão de euros com um familiar do suposto assassino.

A PJ do Porto e Vila Real que têm a seu cargo a investigação deste homicídio, parece que já estiveram perto do suposto homicida, mas não conseguiram, passados oito anos, deter o autor do crime de homicídio consumado. Tal como nos foi revelado que teria sido uma só pessoa a cometer o crime.
Ilídio Seixas, natural de Carrazeda de Ansiães, tinha 42 anos quando foi assassinado vivia com as duas filhas, a companheira e um filho desta, na Av. Vasco da Gama, em Vila Flor. Dizia-se na altura que a mulher só soube do crime quando os militares da GNR e bombeiros lhe foram comunicar o homicídio a casa, “entrou em choque”, referiu a nossa fonte.
A mulher da vítima chegou mesmo a avançar no seu depoimento à PJ que o empresário já teria sido ameaçado de morte. Todos os nomes dos indivíduos referido pela companheira de Ilídio Seixas (conhecida pelo nome de Nati) foram inquiridos pela PJ, Mas nenhum deles foi constituído arguido, nem mesmo constam da lista de principais suspeitos.

Bar Mustang.jpegA vítima era dona do Bar Mustang, frequentado por jovens entre os 16 e os 18 anos e o funcionamento do espaço não era contestado pela população da vila.

O alarme para o posto da GNR foi dado por telefone, pelas 07h00, por um popular que passava no local e que viu o corpo do empresário estendido no chão, de bruços, com uma poça de sangue em seu redor.
Uma das pessoas que por lá passou, cerca das cinco da manhã, foi Manuel João que não viu nada de anormal no local nem o corpo no local onde foi encontrado. “Ou o corpo foi lá colocado depois da hora que por lá passei, ou tudo aconteceu depois dessa hora. Mas, tal como dizem, ninguém ouviu o tiro que matou o homem, pode ter sido assassinado noutro local e depois colocado ali. Apenas posso dizer que passeio nesse local às cinco da manhã e não vi lá nenhum corpo”. Alegou.

A vítima tinha cadastro, tendo sido condenada por tráfico de mulheres e lenocínio. Esteve ligada aos negócios das casas de diversão nocturna e já tinha sido condenado, em 2006, pelo Tribunal de Carrazeda de Ansiães, a quatro anos e meio de prisão, quando era o gerente do bar Estrela de Fogo, naquela vila, conotado com a prática de alterne. Nessa altura, foi condenado pelos crimes de lenocínio simples e auxílio à imigração ilegal e absolvido dos crimes de associação criminosa, tráfico de pessoas, lenocínio agravado e sequestro.

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