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Além Douro Digital

Informação da Região Norte de Portugal

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"VINTE EMIGRANTES ESCRAVIZADOS EM FRANÇA"!

Norte Expresso Informação
Quem o revelou foi Julieta Silva Pires, a qual manteve contacto privilegiado com os emigrantes, que trabalham para uma empresa de construção civil do concelho de Braga.

Segundo os relatos da mesma, em fotos e fotografia, 20 emigrantes portugueses vivem em condições de autentica escravatura. Recebem €100 por semana, mas têm de pagara €25, pelo aluguer de um exíguo espaço, onde todos os dias os vinte operários fazem por sobreviver. "Não regressamos a Portugal por vergonha e porque não temos dinheiro", referiu José da Conceição por telefone ao "NEI".
Ficamos ainda a saber que estes emigrantes "fugiram" à crise que se tem vivido em Portugal, por dividas ao fisco e separação de famílias que foram destruídas pela ruína sócio-económica que se vive em Portugal.
Mais uma vez, com a finalidade de ajudar a minimizar o sofrimento daqueles que foram "obrigados" abandonar Portugal, contactamos o Consulado Português em Paris e a resposta continua a ser a mesma de outras intervenções de solideriedade; "Por falta de verba não podemos ocorrer a todos os pedidos de ajuda. E também não temos meios humanos para ajudar a resolver estas situações". Dando como exemplo, o secretario do Cônsul em Paris: "muitos emigrantes estão impedidos de viajar porque o registo dos seus filhos, nascidos em França, está atrasado em cerca de um ano". Informou por e-mail.

EMPRESA NÃO RECEBE CONTACTOS
Tentamos contactar a suposta empresa que contratou os 20 emigrantes (cofrapower), mas até ao momento esperamos por resposta a esta denuncia de maus-tratos em lugar de trabalho e violência psíquica, por parte da empresa visada, com sede em Braga.

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"TENHO MEDO DE FAZER PATRULHA COM ALGUNS CAMARADAS".

Um cabo de formação graduado, do Comando Territorial de Viseu da GNR, diz ter medo de fazer patrulha com alguns dos seus colegas de trabalho. "Um dos camaradas anda metido numa ceita religiosa e só fala em Deus. Está mesmo obcecado com o Deus dele. Só espero que esse Deus, que lhe vai na cabeça, não o leve a tomar atitudes prejudiciais ao serviço e que ponha em causa a integridade física de quem o rodeia". Contou o agente da autoridade que no seu local de trabalho há outro colega que está em a ser seguido por um psiquiatra, mas não foi por iniciativa da Guarda. "Foi a família que que se apercebeu do estado de saúde e tratou de encaminhar esse meu colega para um psiquiatra. Esses mesmos familiares deram conhecimento ao Comando da GNR do estado de saúde do elemento da GNR, mas, até hoje, ambos continuam a fazer serviço e a ter contacto com as armas". 

No local de trabalho deste militar todos os elementos aí a prestar serviço são conhecedores dos estado de saúde dos colegas sinalizados, inclusive o comandante de Posto e comandante de Destacamento, mas optam pela o missão. Até ao dia em que estes elementos possam por em causa a própria integridade física e ou a de terceiros.

 

 

 

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Penalizados por informar

Durante o contacto mantido com alguns elementos da autoridade da GNR; ao "NEI" foi revelado que têm existido represálias aos militares que põem em causa o desempenho e postura de colegas que estão afectados psicologicamente (doentes) ou pressionados por determinados poderes internos e mesmo externos à GNR. Existem elementos em serviço de patrulha que se comportam de forma diferenciada com os cidadãos em conformidade com o estatuto que os mesmo cidadãos gozam na sociedade civil. "A Lei deve ser aplicada de forma igual a todos os infractores. Sejam eles filhos do trabalhador agrícola, ou do presidente. Posturas que estão a por em causa a imagem da Guarda". Revelou um guarda-principal da GNR que se sente revoltado com a postura dos seus colegas de trabalho, "muitas vezes com a conivência dos graduados". Afirmou.
O Regulamento Disciplinar na GNR é rígido, mas mesmo assim nem todos os elementos da autoridade se sentem "abrangidos" por tal RD. Haverá elementos imunes?

Organizações Não Governamentais portuguesas escondem milhões de euros.

Norte Expresso Informação
Há cerca de 300 ONG`s em Portugal que têm recorrido à fraude fiscal e ao "encapotadomento" de verbas atribuídas pelo Estado português para prestação de serviços sociais que são desviadas para contas de responsáveis diretos e órgãos sociais que gerem essas instituições. A Procuradoria Geral da Republica, há mais de um ano, nomeou uma equipa para investigar este tipo de ilícito depois de várias queixas que chegaram durante os anos de 2011, 2012, 2013 e 2014. Muitas dessas informações acabaram por ser cruzadas com processos que estão na posse do Procurador Rosário Teixeira e do juiz Carlos Alexandre.

As Organizações Não Governamentais(ONG`s) visadas estão por todo o território continental e regiões autónomas, mas apenas algumas estão sinalizadas devido aos sinais de riqueza ostentada pelos seus órgãos sociais e responsáveis operacionais. Assim como acabariam por "esbarrar" neste ilícito os mega processos que estão a ser analisados pelos magistrados mais mediáticos em Portugal.
As ONG`s que mais têm lucrado com a invasão fiscal, desvio de verbas e falsificação de documentos, estão localizadas no interior do país, longe do "olhar" supeito do mais comum dos mortais. Sempre debaixo da gestão e orientação das mais "impulutas" pessoas suspeitas. Mas que do nada conseguiram tudo, mesmo o pagamento de penhoras bancarias por irregularidades de cumprimento contratual.

Gerente da CGD preocupado com revelações.
Em janeiro de 2014, um elemento de uma ONG, a norte de Portugal, publicou numa pagina on-line, que a instituição onde estava inserido tinha faturado mais de meio milhão de Euros durante o ano de 2013. "Isso não era para vir a publico", foi o que alegou o presidente dessa ONG. Minutos depois era um corrupio nos corredores. Um gerente da CGD, outro funcionário da CA (instituição visitada pelo juiz Carlos Alexandre), autarcas e angariadores de seguradoras, entre outras personalidades que supostamente estariam comprometidas com os valores apresentados aos sócios, estavam atonitos com a informação vinda a público. Porque seria? Mas, devido à postura de interesse e intelectualidade dos sócios, assim com a ligação de interesse que mantêm com a instituição, poucos foram os que se aperceberam do mal-estar dos responsáveis de tal ONG. Apenas a justiça "tropeçou" neste "buraco" suspeito de corrupção quando o juiz Carlos Alexandre procurava outros meios de prova relativo a um megaprocesso internacional.
O Ministério da Saúde tem vindo a ser burlado em milhões de euros com os doentes que vão chegando aos hospitais e a clínicas particulares pelas ONG`s que fraudulentamente vão desviando esses Euros em proventos suspeitos.

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Exercito no combate a incêndio 2016

Mais de 50 militares do Regimento de Infantaria 14, Viseu, receberam formação, durante várias horas, afim de saber lidar com o combate a incêndios durante a época que se aproxima, de maio a setembro.

Nove elementos da Proteção Civil, alguns deles com a patente de chefe, passaram alguns dias no Regimento de Infantaria 14 a transmitir os seus conhecimentos aos militares que foram selecionados para o combate a incêndios florestais durante a altura de risco deste ano.
Um fonte do RI 14 informou que não existirem elementos para satisfazer as necessidades pretendidas. "Cada vez há menos homens e mulheres a procurar as fileiras militares. Mas, mesmo assim pretendemos dar uma resposta às necessidades neste flagelo que tem devastado Portugal". Referiu.
Não sendo a primeira vez que os militares dão a sua colaboração no combate a incêndios florestais. Há já alguns anos que essa função estava totalmente na alçada dos bombeiros com resultados aquém do desejado pelo Estado português.
Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, em articulação com o Ministério da Defesa Nacional e Ministério da Administração Interna, vão colocar no terreno os já conhecidos elementos da GNR, militares e corpos de bombeiros no combate às chamas. Mas, este ano o número de bombeiros no terreno será reduzido em cerca de 50%, por motivo idêntico aos militares, falta de voluntários e um dos pontos que levou os atuais governantes a levar em conta a redução de elementos dos CB`s foi o elevado custo que tem acarretado a nível nacional as custas às Corporações de Bombeiros.
"Os militares e a GNR já estão pagos pela sua contratualização profissional.                                                         
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 Enquanto os elementos dos bombeiros são contratados de uma forma pouco legível". Referiu fonte governativa, sem que se tenha prenunciado sobre outros assuntos que estão a levar as autoridades judiciárias a investigar alguns CB`s e elementos ligados às Associações de Bombeiros.

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