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Além Douro Digital

Informação da Região Norte de Portugal

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OS DOIS MAIORES PREDADORES DO RIO DOURO E SUAS MARGENS

"AUTARCAS ACOBARDAM-SE EM DENUNCIAR DESTRUIÇÃO".

Quando tanto papel e tinta se gasta na Assembleia da Republica a fazer e a desfazer Leis que vá ao encontro da necessidade de interesses populares e sociais o rio Douro está a ser selvaticamente destruído ao longo dos 210 Km da sua extensão em território português, por dois predadores sociais e animais.
A esteira provocada pelos barcos de turismo ou da fiscalização da Marinha e Polícia Marítima têm vindo a destruir as margens e toda a biodiversidade local. Um dano para a humanidade bem conhecido de todo o poder politico. Os autarcas ribeirinhos afirmam que nada podem fazer por ser um assunto da Autoridade que gere a navegabilidade no Douro. "E perderíamos muitos visitantes", referiu um autarca do Douro Superior.

preia-mar.jpg A REFER todos os anos gasta milhares de de euros a reforçar os suportes da linha do Douro, onde se pode ver a letra (Z). provocado pela forte ondulação dos super barcos construídos para navegar no mar e não em águas do interior. Com excepção da empresa francesa Croise Europe única a navegar no rio Douro em que as características dos barcos hotel são compatíveis com a navegação em águas de albufeiras e lagoas. Assim como alguns barcos rabelos. Embora nem todos oferecem as melhores condições de navegabilidade na proteção das margens do Douro.
O maior reparo vai para a Marinha, quem superintende a Polícia Marítima, que navega numa embarcação que provoca grande deslocação de água e "lava" por completo as margens. Segundo um agente da PM, "temos de navegar a determinadas rotações para que a embarcação possa planar. Caso contrário a proa empinava". Referiu.
Supostamente todas as embarcações com características marítimas não deveriam navegar no Douro em defesa da biodiversidade ribeirinha.

A espécie introduzida que está a por em causa as autóctones.

O lucioperca, com o nome científico Stizostedion lucioperca, é uma espécie relativamente recente nas nossas águas. Fisicamente é bastante esguia e castanha escura na zona lombar, e esbranquiçada na ventral. Possui uma boca grande, dois grandes dentes caninos em cada maxilar e uma cauda proporcionalmente grande, bem como as barbatanas dorsais, o que indicia grande facilidade em desferir ataques às suas potencias presas.

lucioperca.jpgÉ originária da Europa de Leste: regiões dos mares Negro, Báltico e Aral, zona dos Urais e rio Volga. Prefere zonas de águas frias, limpas e oxigenadas, embora se mostre uma verdadeira adaptada a todas as que não reúnem estas exigentes condições, como são a generalidade as albufeiras portuguesas onde tem surgido.
Desova na Primavera, ou logo que a temperatura atinja valores entre os 7 e os 12 ºC. Os ovos com cerca de 1,5mm são colocados na vegetação ou directamente no substrato do fundo.
O crescimento da lucioperca é bastante rápido. No primeiro ano de vida podem atingir mais de 500 gramas para um tamanho de 34 centímetros e após os sete de idade, ultrapassar 4,800 Kg para o tamanho de 68 centímetros.
Em Portugal existe nos rios Douro, Tejo e Guadiana e em algumas albufeiras dos seus afluentes, mas encontra-se em franca expansão por outras mais afastadas destes rios internacionais.
Não sendo um peixe com particular interesse desportivo é um predador voraz para as nossas espécies autóctones – maioritariamente peixes de pequeno porte: bogas, barbos, e escalos, - pelo que seria desejável sempre tentar conter a todo o custo, toda e qualquer introdução desta espécie, em toda e qualquer massa de água.
Infelizmente, quando se pescam os primeiros exemplares, já toda a massa de água está repovoada. Isto porque apenas procuram alimento nas camadas mais superficiais onde vulgarmente circulam as nossas amostras, quando de todo não se consegue alimentar em profundidade ou quando sobe para zonas mais baixas para a reprodução. Desportivamente, pesca-se com todo o tipo iscos que trabalhem em camadas mais profundas e imitem as suas presas habituais.

CÃES CHACINADOS NO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

Maus tratos ao Animais continuem…..

No Santuário de Fátima o abate de animais é conhecido de muitos, mas ninguém ainda conseguiu parar esta crueldade.
Equipa da TVI impedida de fazer reportagem.

santuário-de-fátima1.jpg

 

As ordens partem da Reitoria do Santuário, para que todos os cães que aparecem por Fátima, quer sejam adultos ou cachorros, quer tenham donos ou não, são capturados pelos seguranças e colocados numa caixa. Caixa essa que está mesmo nas traseiras do santuário, no local das oficinas. Ali ficam os cães durante algumas semanas, ao frio e à chuva de Inverno, à chapa do sol, no Verão. Sem direito a comida ou água, num espaço mínimo onde a maioria nem se consegue colocar de pé...
Existem alguns seguranças que não levam os cães capturados para este local, conseguem levar alguns para casa e adoptam-nos ou arranjam donos entre os seus vizinhos ou colegas de trabalho. Boa gente esta que sofre em ver os animais assim tratados, mas que se sente impotente com a ameaça de perderem os seus empregos.
Mas existem também dois seguranças, que violentam cruelmente os cães, com foices de podar oliveiras, dando com elas nas pernas dos cães que ficam em carne viva, a sangrar e com grandes cortes extremamente dolorosos e muitas vezes as pernas partidas. Esses cães são posteriormente levados, para esta caixa, permanecendo até que a carrinha da Câmara de Ourém tenha tempo para os vir buscar. Lá, são colocados, já muito debilitados, para abate, e são-no todos num prazo de poucos dias.
A Câmara Municipal de Ourém tem prometida (há demasiado tempo) a construção de um canil para recolher animais abandonados e o não abate de animais, mas como não existe interesse da Câmara nem pressão suficiente pela parte de quem abomina esta situação, para a construção do dito canil de protecção de animais perto de Fátima, vai adiando e esquecendo esta promessa e vai gastando a verba que já tinha disponível para esta construção em outras obras que lhes dão mais votos aquando das autárquicas.

Tivemos conhecimento, também, que existe um caes amontoados fatima.jpg

 engenheiro que reporta directamente à reitoria do santuário, que deixa veneno (de acção ultra rápida) para matar alguns cães mais difíceis de apanhar.
Mais grave a situação se torna de algum tempo para cá, que os cães depois de serem colocados na caixa, desaparecem antes que a carrinha da Câmara os venha buscar, ou tenha conhecimento que eles lá estão. Pensamos que são abatidos por alguns trabalhadores do santuário, porque os cães ladram à noite e podem incomodar os turistas, ou podem levantar suspeitas de maus-tratos contra os animais perpetrados num local "sagrado".
Há algum tempo a TVI este no local com a intenção de fazer uma reportagem sobre esta chacina animal, mas, passados alguns minutos os seguranças obrigaram a equipa de reportagem a abandonar o local. As imagem recolhidas até esse momento nunca foram exibidas ao publico.

Pela defesa dos Animais e pela aplicabilidade e melhoria da Legislação existente!

Presidente da junta de Nagoselo do Douro resolve descontentamento à pancada.

"COM POLÍTICOS ASSIM NÃO PRECISAMOS DE TRIBUNAIS"!

Ministros com gestos obscenos, ameaças de umas chapadas, até políticos de "capoeira" com ameaças de morte e de difamação; há de tudo neste Portugal que se diz democrata, Mas, passar de gestos e palavras a actos é o mais contraditório na Democracia Nacional.
Foi o que aconteceu numa aldeia do Distrito de Viseu, Nagoselo do Douro, quando um cidadão teve a coragem de dizer ao presidente da junta que não gostava dele por várias motivações nada abonatórias à sua personalidade passada e actual. O presidente da junta (em causa) não quis esperar pela justiça instituída nos tribunais e passou aos actos: agrediu fisicamente o cidadão até este ficar a sangrar pela boca e populares terem interferido na agressão. "É mesmo caso para pensar que os politico não sabem lidar com a cidadania. Ou não acreditam na justiça institucional dos tribunais". Tanto mais que perante indícios de crime por difamação ou outros estão isentos de quaisquer taxas

Eduardo Coelho.jpg

 

judiciais, o que não acontece com o comum dos cidadãos.

A FORÇA DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA
Perante a atitude reprovável do autarca contra a integridade física de um dos seus concidadãos será que a a Assembleia de Freguesia irá tomar a atitude que a Constituição lhe confere? Entre outros a destituição do executivo. Será que nas aldeias os membros das Assembleias são pessoas dotadas de conhecimentos suficientes para o cargo que desempenham? A vítima fica a aguardar a atitude dos representantes do povo local onde, até, tem um familiar a representar a população.
Refira-se que o presidente de junta em causa (agressor) já molestou vários cidadão por não comungarem das suas ideologias executivas; desde insultos: "chulo" e outras agressões
O presidente da junta de Nagoselo do Douro tem um "curriculum" avulso de falta de postura para o lugar publico que ocupa com atitudes semelhantes durante o período em que tem estado a exercer o direito que lhe foi conferido pelo povo da aldeia duriense.
Será que a justiça e a população terão contemplações com o cidadão se este vier a defender-se das agressões físicas do politico? E mais alta autoridade administrativa local.
O sábio Silva Reis sabias o que dizia, " até de um cabo de vassoura se faz um presidente de junta"!.

E SE O SEU CÃO FOSSE ATINGIDO A TIRO DE CAÇADEIRA NO QUINTAL?

As autoridades policiais e judiciais estão a ser referenciadas em todos os órgãos de comunicação social pela preocupação de defender o bem-estar animal, depois de um jovem ter postado um vídeo a molestar um cão. Muito zelosas as instituições com poder de reprimir tal atitude, reprovável, investigaram e em poucas horas o indivíduo foi constituídos arguido. Empenho das autoridades pressionadas pelo 4º poder. Mas, nem sempre assim acontece. Há cerca de três meses, foi comunicado num Posto da GNR do Grupo Territorial de Viseu que um determinado indivíduo teria atingido a tiro de caçadeira um canídeo na sua propriedade, quando este se soltara da cerca do seu dono. A GNR do Posto alertado foi ao local onde elaborou o referido auto-de-notícia, com o testemunho do dono e pode observar os ferimentos no animal, o qual teve de receber tratamento da especialidade de veterinária.
O procedimentos da GNR, perante a informação de um suspeito, apenas se limitou a informar o dono para que fosse ao Posto policial para confirmar e assinar o auto-de-notícia. O suspeito nunca foi ouvido, nem mesmo a arma, que supostamente terá sido disparada, foi apreendida. Nnem o facto foi relatado à PJ por se tratar de uma arma de fogo. Neste caso a caçadeira foi utilizada fora da época venatória, a menos de 500m de habitações e com total relevância intencional de matar o animal, o qual por motivos de idade (jovem) delirava com o estalar de produtos hortícolas. Situação suficiente para apreender a arma até conclusão de inquérito. Mas, como os conhecimentos da Lei não chegam a todos os agentes ao mesmo tempo em Portugal, essa mesma Lei chega mais tarde às pacatas e desertificadas regiões de Portugal. Principalmente quando os agentes da autoridade em causa possam ter laços de afinidade com os infractores

Cao ferido.jpg

 

. Cumpra-se a Lei.

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