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Além Douro Digital

Informação da Região Norte de Portugal

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"The withe women" versão portuguesa - Douro

Há alguns anos, um jovem aldeão sonhava enfrentar as mentes atrofiadas dos cidadãos da aldeia para dar lugar a pensamentos mais prósperos e abertos. Tanto mais que o 25 deabril de 1974 já tinha ocorrido há algumas décadas. Como poderia chamar à atenção da população local? Imaginativo, vestiu-se de branco e assediou uns e atormentou outros. Durante várias luas lá aparecia a "mulher de branco" por um período tempo superior a mais de um ano.

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Numa noite de luar lá pareceu a "mulher de branco" há mesma hora, pela mesma rua da aldeia sobranceira ao Douro. Pois, alguém tinha de tomar a coragem para acabar com o tormento das mulheres, criança e mesmo de alguns homens de mente mais fraca. Foi mesmo o homem coragem, o mais pequeno da aldeia fisicamente (tal como diz o povo: os homens não se medem aos palmos); que naquela rua empinada e local mais estreito esperou a "mulher de branco" de caçadeira em riste. Apanhada de surpresa a "mulher de branco" foi obrigada a destapar-se, sob ameaçada da caçadeira. Espanto do habitante da aldeia duriense: afinal a "mulher de branco" era da sua família e era um homem. Ali foi descoberto e desvendado o enigma da suposta "mulher de branco" que afinal era um homem, mas que gostaria, ou gosta, de se fazer passar por mulher.

O seu sonho!

Depois de desmascarado, o jovem rumou até à Suíça para assim fugir aos olhares críticos da população local que o acusavam de ter sido a "mulher de branco" e outros feitos pejorativos do jovem. No país helvético, o jovem conheceu várias personalidades internacionais, assim como da sua nacionalidade que por lá passaram em momentos de intimidade e lazer; tal com Paulo Portas e José Sócrates, vindo este último a ser Primeiro Ministro de Portugal.

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Esta convivência terá levado o jovem, que em tempos assustou a população da sua terra como "mulher de branco", a adrir ao Partido Socialista e a lutar por um lugar politico na sua aldeia. Lutou por um lugar na política e conseguiu. Chegou mesmo ao topo politico na sua aldeia onde um dia assustou tudo e todos, com a intenção que só ele sabe a motivação. O que revela que o jovem se terá transformado ou a memoria do seu povo é semelhante à do peixe.

Assim se podem fazer os presidentes deste Portugal.

Detido com armamento em Tabuaço

Detido na posse ilegal de armas

Militares do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR de Moimenta da Beira, em colaboração com o Posto Territorial de Tabuaço, detiveram ontem, dia 17 de janeiro, no concelho de Tabuaço, um homem com 53 anos, por posse ilegal de arma.

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A detenção ocorreu na sequência de uma situação de violência doméstica, no âmbito da qual foi efetuada uma busca domiciliária, tendo sido apreendido: Duas caçadeiras; Um revólver; 2,86 quilos de chumbo; 71 munições; 39 cartuchos; Cinco caixas com fulminantes; Uma caixa de pólvora de caça e Uma navalha.

O detido foi presente ao Tribunal de Instância Local de Moimenta da Beira

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Apareceram 500 mil euros na conta bancária!

 Desde finais do século XIV e durante o século XV, os portugueses descobriram um novo mundo para oriente e oeste, sempre no sentido do hemisfério sul. Os países ocupados foram espoliados, chacinados e escravizados, mas os portugueses nunca se redimiram a tão monstruosa barbárie. Só passados cerca de cinco séculos foram obrigados a entregar os países ao seu legítimo povo (Homenagem póstuma a Mário Soares o mais elevado politico ao serviço da descolonização). Mas o sofrimento desse povo espoliado de bens materiais e morais já mais será ressarcido das perdas infligidas pelos invasores portugueses. “Eram pretos”! Diziam os colonizadores. Descendentes desses mesmos colonizadores não se pugnaram, após chegarem à metrópole por expulsão dos países invadidos, em se reorganizarem em grupos, mais ou menos mafiosos, e tentarem espoliar os seus conterrâneos que já mais abandonaram o seu pais e trabalharam arduamente desde o nascer ao pôr do sol, alguns mais de 40 anos, durante uma ditadura politica económica e social.

Campos da justiça.jpg  Hoje, são ainda esses descendentes que têm vindo a espoliar Portugal e os portugueses honesto. Vejamos os grupos instalados que a justiça quer julgar: "Caso Marquês", sem data de inicio de julgamento. "Optapharma" e "Vistos Gold", com julgamento marcado para 13 de fevereiro deste ano 2017, em que mais de uma dezena de arguidos indiciados de vários crimes vinham a ser investigado desde os primeiros meses de 2013. Esta rede de supostos criminosos estava instalada nas mais altas esferas de cargos públicos, desde Ministros da Republica Portuguesas, até ao mais humilde funcionário de balcão de uma agencia finaceira “caseira”. A preciosa colaboração entre as várias polícias e serviços de informação, contaram sempre com a colaboração de vários intervenientes, inclusive de autarcas, foi possível capturar os arguidos que espoliavam estrangeiros em milhões de euros, a troco de uma autorização de livre circulação nos países que fazem parte da Comunidade Europeia.

Soaram as campainhas…

 Era dia 31 de janeiro de 2014 quando foi anunciado, via facebook, que a associação voluntária tinha na sua conta bancária mais de 500 mil euros e em menos de três anos tinha pago uma divida de 48 mil euros, que se vinha a “arrastar” há anos. “Nem todas as instituições estão mal. Há as que têm facturado milhares de euros”. Sendo esta a mensagem publicada na rede social facebook. Tão esclarecedora informação deu a entender aos autores indiciados por corrupção que algo se passava. Estavam a ser investigados! Soaram as “campainhas” na CGD e na instituição bancaria do seu bairro CA. Logo um gerente e o simples empregado de balcão, entre outros quadros de instituições públicas e privadas, reuniram de emergência para fazerem desaparecer o dinheiro que constava da conta corrente da instituição voluntária. Conseguiram? Não se sabe. Apenas é sabido que este valor e outros obrigaram o juiz Carlos Alexandre a viajar até ao Douro para se inteirar dos depósitos.

 A 13 de fevereiro começaremos a assistir a mais uma "novel" que já tem anos de investigação e ira continuar por muitos mais anos, tudo por compromissos politico/pessoais, tal como aconteceu com o processo "Casa Pia", onde quase...quase todos os implicados foram condenados. 

Mário Soares esteve no quartel dos B.V de Alfandega da Fé

"Adeus amigo"!

Quase todos os jornalistas que trabalham ou trabalharam em órgãos de comunicação social de âmbito nacional, tiveram um acontecimento com o Ex-Primeiro Ministro e ex-Presidente da Republica, recentemente falecido, Mário Soares.

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 A minha história com aquele a quem um dia lhe chamaram "animal político" pelos seus feitos pela nação chamada Portugal, ao ser um dos mais altos responsáveis pela implementação da Democracia na sociedade.

Estávamos no ano de 1992, pelo mês de maio, quando em menos de vinte e quatro horas nos encontramos em dois pontos distantes do nosso Portugal. Como jornalista estagiário por essa altura sempre o apoio e carinho de Mário Soares. Será por isso que não tenho medo de todos aqueles que deturparam a democracia em Portugal? 

Mário Soares o sempre socialista e fundador do PS, não era pessoa fanática, mas apenas um democrata moderado e sempre pautou por conviver com todos os amigos, mesmo sendo de outra ideologia política ou religiosa. Foi o que aconteceu em determinado dia do mês de maio, em 1992, sendo ele na altura Presidente da Republica de Portugal, foi jantar a casa da minha estimada madrinha, também jornalista, Helena Sanches Osório e mulher de um "antidemocrata" o major Sanches Osório. Políticas à parte e Mário Soares aceitou o convite para ir jantar à rua daOlivensa, no Estoril. Durante a refeição Mário Soares foi falando das sua tarefas como Presidente da Republica e que no dia seguinte ao jantar iria para Trás-Os-Montes inaugurar um quartel de bombeiros e uma barragem para abastecimento de água à população de Alfandega da Fé. Pouco depois da sobremesa, a minha madrinha Helena Sanches Osório não se fez escusada e chamou-me à parte para me dar um recado profissional: "Tens aqui uma prova de demonstração profissional. Agarra no carro epõe-te a caminho". Assim fiz e não poderia de deixar de obedecer à patriarca da comunicação social da altura.

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Como transmontano e duriense, cheguei à terra que me viu crescer já madrugada e cerca das 09:00 horas da manhã já estava em Alfandega da Fé para receber o Presidente da Republica Mário Soares. Depois da primeira inauguração era chegada a hora do almoço, que se não estou em erro foi mesmo nas instalações do bombeiros. Íamos a meio da refeição e na mesa onde nos encontrávamos mais de uma dezena de jornalistas todos falavam em interromper a refeição do PR para dar as entrevistas, para assim estarem atempadamente nas redacções. Outros tempos. Quando me apercebi disse a todos os camaradas: "ainda ontem estive a jantar com ele no Estoril e sei mais ou menos como ele gosta de ser interrompido. Estejam descansados que assim que seja oportuno eu digo-vos". Após alguns minutos era a hora do café; momentoexato. "Levantei-me e dirigi-me à mesa Presidencial, foi fácil; porque os poucos guarda-costas do PR já me conheciam. Quando me abordei dele, ladeado pelos autarcas locais, Mário Soares levantou-se e disse: "Como é que tu já estás aqui se ainda ontem à noite estives-te a jantar comigo no Estoril"? Atitude e palavras do PR que deixaram os presentes atónitos da forma como o PR falava com um jovem estagiário repórter. Apenas respondi que tinha vindo no meu carro. " O Senhor Presidente não se importa de falar com todos os jornalistas presentes"? Resposta afirmativa do PR que antes das perguntas e respostas fez questão de me apresentar aos colegas jornalistas, embora alguns já me conhecessem naquela ocasião.

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 À tarde apenas quatro jornalista estiveram presentes na inauguração da lagoa de abastecimento de água para consumo domestico e rega no concelho de Alfandega da Fé.

Mário Soares um amigo e realmente um "animal político". Obrigado e até sempre.

Acidente com autocarro de emigrantes portugueses matou quatro pessoas.

Quatro mortos e vinte e oito feridos foi o resultado do tragico acidente ocorrido numa estrada de França com emigrantes portugueses a caminho da Suiça.

As vítimas mortais do acidente: José Montez, 59 anos e Lídia Montez, com cerca de 60 anos, naturais de Freixo, Vila Nova de Foz Côa. Graça Murça, com 58 anos, natural de Foz Côa e outro passageiro do sexo masculino, natural de Lousada, concelho de Penafiel.

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Entre os 28 feridos, está Henrique Ângelo, motorista do autocarro filho do proprietário da empresa de transportes Rota das Gravuras, um bebé de dois anos, este em estado grave.

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 A bordo seguiam ainda quatro crianças, com cerca de 10 anos.

Motorista de S. João da Pesqueira convidado para fazer viagem, "não fui porque não tinha o CAM de transporte de passageiros válido". Referiu.

Dos trinta e dois ocupantes do autocarro, todos de nacionalidade portuguesa, nenhum saiu ileso do acidente ocorrido esta madrugada em Lyon – França. Treze dos ocupantes eram do concelho de Penafiel, os restantes naturais de Meda e Foz Côa.  Duas das vítimas mortais eram de Freixo de Numão, aldeia próxima da sede da empresa Rota das Gravuras, em Sebadelhe, concelho de Foz Côa, e outras duas de Penafiel.

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Esta empresa, fundada em 2006, vinha a efectuar transportes regulares entre Portugal e Suíça, em carrinhas e autocarros todos legais e com alvará para o efeito. Prestando ainda serviços de transporte escolar na autarquia fozcoense.

Recentemente tinha havido uma abordagem a um motorista residente em S. João da Pesqueira para efectuar estas viagens, mas por falta de CAM de passageiros não foi possível ao referido profissional da condução prestar serviço à empresa Rota das Gravuras.

Refira-se que foi nesta estrada que, em janeiro de 2015, próximo da cidade de Lyon, morreram treze pessoas, também, todas de nacionalidade portuguesa. Mas desta vez viajavam num transporte ilegal.

Os feridos em estado considerado grave foram transportados para o hospital de Mâcon et Paray-le-Monial, onde nove já tiveram alta.

Já os feridos com menor gravidade foram levados para um ginásio de Charolles, a localidade mais próxima do local do acidente.

 

Segredo de justiça cada vez mais em risco!..

Funcionários municipais nos tribunais podem influenciar processos judiciais da autarquia e dos autarcas. 

A ministra da Justiça tenta clarificar o papel dos funcionários autárquicos que vão estar em serviços nos tribunais.

Francisca VanDunem assegurou que os funcionários municipais destacados para trabalhar nos tribunais vão apenas desempenhar "funções de apoio meramente administrativo" e sem acesso a processos sigilosos. Deixando de fora todos os outros, assim como o favorecimento que reina no seio dos tribunais, actualmente.

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 "Estas pessoas vão praticar tarefas meramente administrativas e sob orientação do oficial de justiça que lá estiver. Juiz têm que informar o é secreto e que é confidencial no tribunal. Não irão dar acesso a estas pessoas a coisas que sejam confidenciais", afirmou a Ministra da Justiça.

Os funcionários das autarquias serão sempre acompanhados por um oficial de justiça e "não têm acesso ao sistema de informação, não tem 'passwords' para o sistema Citius". Esquecendo que num pequeno tribunal há determinadas cumplicidades entre funcionários e mesmo a sociedade civil.

A ministra procurou assim afastar as críticas do Sindicato dos Funcionários Judiciais, que se manifestou contra o acesso de funcionários destacados pelas autarquias aos processos judiciais e às palavras-passe do sistema de informação judicial.

A ministra notou que a medida de recurso a funcionários das autarquias "é provisória", enquanto não é possível a contratação de funcionários judiciais e, em alguns casos, pode nem ser necessária, funcionando os tribunais apenas com a presença dos oficiais de justiça.

Sendo conhecido que em muitos processos há a violação do segredo de justiça por parte dos oficiais de justiça e magistrados, com este "auxilio" de funcionários municipais a justiça irá funcionar à "velocidade" pretendida dos "barões" locais. É o que tem acontecido com processos que envolvem pessoas que ocupam determinados cargo públicos nas áreas onde vão funcionar esses tribunais, quase "despidos" de pessoas de bem.

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Coma alcoólico matou padre!

Um padre foi encontrado sem vida, na casa paroquial onde habitava, depois de ter sofrido um coma alcoólico. Os factos remontam ao ano de 2015, mas a família só em finais do ano de 2016 teve acesso aos resultados da autopsia, depois de várias tentativas para saber as causas de morte do seu parente. Afirmam que a Diocese, a norte do Mondego, tudo fez para que as causas de morte do pároco não fossem conhecidas da família e dos paroquianos.

Segundo a nossa fonte, parente próximo do padre, com 30 anos, na altura," o Sr. Bispo tentou "esconder" a morte do meu... para não por em causa a igreja e os elementos da GNR do PT daquela paroquia". Adiantando que, "os elementos da GNR foram culpados da morte do meu...Algum tempo antes ele (o padre) teve um acidente, contra um muro, e a GNR em vez de lhe dar o tratamento legal; não. Levou-o a casa e chamou um reboque para esconder o carro. É evidente que estava com uma grande bebedeira. Como quase todos os dias. Poderia estar vivo se a GNR o tivesse levado a juiz. Mas, infelizmente, nestes meios pequeno é assim..." Alegou o familiar do padre em forma de revolta com a igreja e com o favorecimento das autoridades, que para agradar a pessoas com determinado estatuto social, acabaram, negligentemente, por contribuir com o mal social. 

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Cerca de um mês depois do episódio ocorrido com o favorecimento da GNR, o padre apareceu morto em casa, tendo ficado provado pelos exames medico legais que teria sofrido um coma alcoólico que lhe provocou a morte, por falta de socorro.

Refira-se que o padre vivia sozinho na casa paroquial, mas habitualmente era visto em grupos até altas horas da madrugada em francas confraternizações.

Sendo a Lei para todos, nem sempre assim é interpretada pelo agentes que a representam, levando a que o favorecimento viesse, neste caso, a provocar a morte a um jovem padre.

 

 

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