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Além Douro Digital

Informação da Região Norte de Portugal

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Apareceram 500 mil euros na conta bancária!

 Desde finais do século XIV e durante o século XV, os portugueses descobriram um novo mundo para oriente e oeste, sempre no sentido do hemisfério sul. Os países ocupados foram espoliados, chacinados e escravizados, mas os portugueses nunca se redimiram a tão monstruosa barbárie. Só passados cerca de cinco séculos foram obrigados a entregar os países ao seu legítimo povo (Homenagem póstuma a Mário Soares o mais elevado politico ao serviço da descolonização). Mas o sofrimento desse povo espoliado de bens materiais e morais já mais será ressarcido das perdas infligidas pelos invasores portugueses. “Eram pretos”! Diziam os colonizadores. Descendentes desses mesmos colonizadores não se pugnaram, após chegarem à metrópole por expulsão dos países invadidos, em se reorganizarem em grupos, mais ou menos mafiosos, e tentarem espoliar os seus conterrâneos que já mais abandonaram o seu pais e trabalharam arduamente desde o nascer ao pôr do sol, alguns mais de 40 anos, durante uma ditadura politica económica e social.

Campos da justiça.jpg  Hoje, são ainda esses descendentes que têm vindo a espoliar Portugal e os portugueses honesto. Vejamos os grupos instalados que a justiça quer julgar: "Caso Marquês", sem data de inicio de julgamento. "Optapharma" e "Vistos Gold", com julgamento marcado para 13 de fevereiro deste ano 2017, em que mais de uma dezena de arguidos indiciados de vários crimes vinham a ser investigado desde os primeiros meses de 2013. Esta rede de supostos criminosos estava instalada nas mais altas esferas de cargos públicos, desde Ministros da Republica Portuguesas, até ao mais humilde funcionário de balcão de uma agencia finaceira “caseira”. A preciosa colaboração entre as várias polícias e serviços de informação, contaram sempre com a colaboração de vários intervenientes, inclusive de autarcas, foi possível capturar os arguidos que espoliavam estrangeiros em milhões de euros, a troco de uma autorização de livre circulação nos países que fazem parte da Comunidade Europeia.

Soaram as campainhas…

 Era dia 31 de janeiro de 2014 quando foi anunciado, via facebook, que a associação voluntária tinha na sua conta bancária mais de 500 mil euros e em menos de três anos tinha pago uma divida de 48 mil euros, que se vinha a “arrastar” há anos. “Nem todas as instituições estão mal. Há as que têm facturado milhares de euros”. Sendo esta a mensagem publicada na rede social facebook. Tão esclarecedora informação deu a entender aos autores indiciados por corrupção que algo se passava. Estavam a ser investigados! Soaram as “campainhas” na CGD e na instituição bancaria do seu bairro CA. Logo um gerente e o simples empregado de balcão, entre outros quadros de instituições públicas e privadas, reuniram de emergência para fazerem desaparecer o dinheiro que constava da conta corrente da instituição voluntária. Conseguiram? Não se sabe. Apenas é sabido que este valor e outros obrigaram o juiz Carlos Alexandre a viajar até ao Douro para se inteirar dos depósitos.

 A 13 de fevereiro começaremos a assistir a mais uma "novel" que já tem anos de investigação e ira continuar por muitos mais anos, tudo por compromissos politico/pessoais, tal como aconteceu com o processo "Casa Pia", onde quase...quase todos os implicados foram condenados. 

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